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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Kiev pede à UE e OTAN para punir Rússia por causa da Ponte da Crimeia

A Europa e a OTAN devem introduzir medidas de restrição não apenas contra as empresas que participaram da construção da Ponte da Crimeia, mas também contra as pessoas que "usaram" a passagem, assegura o vice-presidente da administração presidencial da Ucrânia, Konstantin Yeliseev.


Sputnik

De acordo com o político, citado pela agência Ukrinform, depois que a ponte entrou em funcionamento, a Rússia começou a "bloquear" os navios comerciais que tentavam chegar a Berdyansk (cidade portuária no sudeste da Ucrânia).

Ponte da Crimeia
Ponte da Crimeia © Sputnik / Vitaly Timkiv

Na opinião dele, a construção da passagem representa uma "ameaça" para a Europa, enquanto que as retaliações introduzidas pelo Ocidente não são suficientes.

"Apelamos à UE e a países da OTAN para introduziram sanções adicionais contra a Rússia, exatamente por causa de suas ações no mar de Azov", afirmou.

A Crimeia se reunificou à Rússia em 2014 depois de um referendo no qual mais de 96% dos residentes votaram pela reunificação. No entanto, Kiev ainda considera a península como território ucraniano. As autoridades russas ressaltaram inúmeras vezes que a reunificação ocorreu de forma legal, de acordo com as leis internacionais.

A ponte, com 19 quilômetros de extensão, liga a região de Krasnodar à Crimeia e é a mais longa da Rússia. O início do tráfego de automóveis inicialmente estava previsto para dezembro de 2018, mas os trabalhos foram finalizados antes.

O presidente russo Vladimir Putin inaugurou a parte rodoviária da ponte através do estreito de Kerch no dia 15 de maio deste ano, onde os veículos começaram a circular no dia seguinte. O início do tráfego ferroviário através da ponte está planejado para dezembro de 2019.

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