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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Kiev prepara provocação contra Guarda de Fronteiras russa no mar de Azov, alertam fontes

A Ucrânia está preparando uma provocação no mar de Azov com o objetivo de difamar a Guarda de Fronteiras russa, comunicou uma fonte na Crimeia à Sputnik.


Sputnik

"Em 11 de outubro, os agentes do Serviço de Fronteiras da Ucrânia planejam organizar a saída de um navio-patrulha do porto de Mariupol para o mar de Azov com um grupo de jornalistas da mídia ucraniana a bordo. O objetivo é coletar imagens para uma reportagem sobre alegadas ações agressivas da Guarda de Fronteiras do Serviço Federal de Segurança da Rússia em relação a navios civis ucranianos, bem como sobre o bloqueio dos portos marítimos da Ucrânia no mar de Azov", informou a fonte da Sputnik.

Um porto no mar de Azov
Mar de Azov © Sputnik / Vitaly Timkiv

Recentemente, o líder da Crimeia, Sergei Aksenov, comunicou que a Guarda de Fronteiras russa reforçou o controle nas águas dos mares Negro e de Azov por causa das manobras navais efetuadas por militares ucranianos.

Situação no mar de Azov

Desde o início deste ano estão sendo registrados incidentes navais entre os dois países na zona do mar de Azov. Em março, a Ucrânia deteve o navio pesqueiro russo Nord, acusando o capitão de visitar ilegalmente a Crimeia "para prejudicar os interesses do Estado". Em agosto, a Guarda Costeira ucraniana deteve o navio-cisterna Mekhanik Pogodin com tripulação a bordo.

Moscou chama as ações de Kiev de "terrorismo marítimo", reforçando inspeções alfandegárias na sua parte do mar de Azov. Então, a parte ucraniana acusou a Rússia de "levar a cabo uma política dura de deter e inspecionar navios".

No início de setembro, autoridades ucranianas anunciaram planos de criar uma base naval na costa do mar de Azov e de transferir para a área duas lanchas blindadas. Além disso, o Conselho de Segurança e de Defesa Nacional da Ucrânia ordenou o reforço da presença militar no mar de Azov, equipando os destacamentos da Guarda Costeira ucraniana com mísseis.

Em 22 de setembro, o navio ucraniano de busca e resgate Donbass e o rebocador de alto mar Korets navegaram ao longo da costa da Crimeia, tendo entrado na zona econômica exclusiva da Rússia. Vários navios de guerra russos escoltaram os navios ucranianos.

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