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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Kiev prepara provocação contra Guarda de Fronteiras russa no mar de Azov, alertam fontes

A Ucrânia está preparando uma provocação no mar de Azov com o objetivo de difamar a Guarda de Fronteiras russa, comunicou uma fonte na Crimeia à Sputnik.


Sputnik

"Em 11 de outubro, os agentes do Serviço de Fronteiras da Ucrânia planejam organizar a saída de um navio-patrulha do porto de Mariupol para o mar de Azov com um grupo de jornalistas da mídia ucraniana a bordo. O objetivo é coletar imagens para uma reportagem sobre alegadas ações agressivas da Guarda de Fronteiras do Serviço Federal de Segurança da Rússia em relação a navios civis ucranianos, bem como sobre o bloqueio dos portos marítimos da Ucrânia no mar de Azov", informou a fonte da Sputnik.

Um porto no mar de Azov
Mar de Azov © Sputnik / Vitaly Timkiv

Recentemente, o líder da Crimeia, Sergei Aksenov, comunicou que a Guarda de Fronteiras russa reforçou o controle nas águas dos mares Negro e de Azov por causa das manobras navais efetuadas por militares ucranianos.

Situação no mar de Azov

Desde o início deste ano estão sendo registrados incidentes navais entre os dois países na zona do mar de Azov. Em março, a Ucrânia deteve o navio pesqueiro russo Nord, acusando o capitão de visitar ilegalmente a Crimeia "para prejudicar os interesses do Estado". Em agosto, a Guarda Costeira ucraniana deteve o navio-cisterna Mekhanik Pogodin com tripulação a bordo.

Moscou chama as ações de Kiev de "terrorismo marítimo", reforçando inspeções alfandegárias na sua parte do mar de Azov. Então, a parte ucraniana acusou a Rússia de "levar a cabo uma política dura de deter e inspecionar navios".

No início de setembro, autoridades ucranianas anunciaram planos de criar uma base naval na costa do mar de Azov e de transferir para a área duas lanchas blindadas. Além disso, o Conselho de Segurança e de Defesa Nacional da Ucrânia ordenou o reforço da presença militar no mar de Azov, equipando os destacamentos da Guarda Costeira ucraniana com mísseis.

Em 22 de setembro, o navio ucraniano de busca e resgate Donbass e o rebocador de alto mar Korets navegaram ao longo da costa da Crimeia, tendo entrado na zona econômica exclusiva da Rússia. Vários navios de guerra russos escoltaram os navios ucranianos.

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