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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Maior porta-helicóptero japonês visita Sri Lanka, rodeado pela influência chinesa

O maior navio japonês, porta-helicópteros Kaga, navegou pelo porto cingalês Colombo nesse fim de semana, marcando a forte presença japonesa em uma batalha diplomática com a China por influência na importante rota marítima da região.


Sputnik

O Japão forneceu empréstimos a juros baixos e auxiliou ao Sri Lanka, ajudando a transformar o porto Colombo no ponto de ligação que liga a artéria do comércio global ao sul da ilha que, consequentemente, liga a Europa e o Oriente Médio com a Ásia.

Porta-helicóptero japonês, Kaga, em Yokohama
Porta-helicópteros japonês Kaga | Japan Marine United

A China, por sua vez, surgiu como uma poderosa rival pelo Sul da Ásia e, além disso, pôs em prática a iniciativa emblemática Um Cinturão, Uma Rota, que visa recriar rotas comerciais da Ásia para a África e a Europa.

A Marinha chinesa está avançando através da Ásia-Pacífico e do oceano Índico, enquanto que a diplomacia militar do Japão está prosperando com o primeiro-ministro Shinzo Abe.

Segundo o contra-almirante, Tatsuya Fukuda, em artigo publicado na Reuters, "o governo japonês está promovendo um Indo-Pacífico aberto e livre, além disso, o desenvolvimento na Ásia-Pacífico faz parte da estratégia", além de afirmar que "a segurança e estabilidade marítima é de fundamental importância" para uma nação insular como o Japão.

A visita do navio japonês serviu para reforçar a intenção do Japão no Sri Lanka e demonstrar sua capacidade militar na região, onde a China está elevando influência.

Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Sri Lanka, Mahishini Colonne, "diversos navios militares de países parceiros visitaram o Sri Lanka neste ano e o navio japonês, um parceiro bilateral próximo, é bem-vindo".

Entretanto, vale ressaltar que, recentemente, o Sri Lanka concordou ceder o controle do novo porto Hambantota ao sul da costa a comerciantes chineses.

Portanto, para especialistas japoneses, Tóquio claramente enviou um dos seus maiores navios para utilizá-lo como influência militar na região, já que o Japão possui uma das maiores e mais avançadas marinhas do mundo, contando com mais de 40 destróieres, quatro porta-helicópteros e cerca de 20 submarinos.

No que diz respeito aos planos de Tóquio de adquirir mais veículos militares, novidades podem surgir no fim deste ano, quando o Ministério da Defesa japonês publicará dois documentos quanto aos objetivos de segurança e às aquisições militares em um período de cinco anos, que se inicia em abril de 2019. Recentemente, fontes militares japonesas informaram à Reuters que nos documentos serão inclusos caças F-35B, que pousam e decolam verticalmente, sendo, assim, capazes de levantar voo do convés do Kaga ou do Izumo.

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