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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Manobras britânicas de grande escala visam treinar 'resistência' à Rússia, diz mídia

O Exército britânico efetuará em Omã os exercícios Saif Sareea 3, os maiores desde 2001, comunicou o jornal britânico The Times.


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Segundo o cenário das manobras, o papel de "inimigo" convencional será desempenhado por um destacamento motorizado de reconhecimento composto por 150 homens, que agirá em conformidade com a tática militar russa. Veículos blindados britânicos imitarão os poderosos tanques russos Т-72, segundo The Times.

Militares britânicos em Vilnius, Lituânia
Militares britânicos © AP Photo / Mindaugas Kulbis

"Tentaremos aprender a fazer frente a exércitos que podem ser melhor equipados, ter melhor preparação e que nos colocam as tarefas mais difíceis", declarou um representante da sede de comando dos exercícios.

Os Saif Sareea 3 terão lugar no último trimestre de 2018. Das manobras participarão mais de 5 mil militares, 200 veículos blindados, 7 navios, 8 caças, bem como mil drones, com um preço unitário avaliado em 1.300 dólares (cerca de 5.000 reais).

Nos últimos anos, a Rússia tem denunciado a atividade sem precedentes dos países da OTAN perto das suas fronteiras ocidentais. A Aliança está multiplicando as suas ações e chama isso de "contenção da agressão russa".

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, sublinhou mais de uma vez que a Rússia não representa ameaça para ninguém, porém não deixará sem atenção as ações potencialmente perigosas para seus interesses.

Em setembro, a Rússia realizou, em conjunto com a China e Mongólia, as manobras militares Vostok 2018, as maiores da moderna história russa. Elas envolveram mais de 300 mil militares e cerca de 36 mil unidades de equipamento e armamento (mais de mil aviões, cerca de 80 navios, helicópteros, drones, tanques, veículos blindados de transporte e outros).

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