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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Marinha brasileira resgata refugiados sírios no Mediterrâneo

Trinta e dois refugiados foram resgatados neste mês (11 de outubro) na costa do Líbano pela Fragata Liberal, embarcação brasileira que integra a Força-Tarefa Marítima da missão da ONU no país. Os socorridos estavam à deriva há três dias, devido à falta de combustível. No barco, já não havia nem comida nem água. O navio transportava sete crianças e seis mulheres. Passageiros tentavam chegar ao Chipre.


ONU

Trinta e dois refugiados foram resgatados neste mês (11 de outubro) na costa do Líbano pela Fragata Liberal, embarcação brasileira que integra a Força-Tarefa Marítima da missão da ONU no país. Os socorridos estavam à deriva há três dias, devido à falta de combustível. No barco, já não havia nem comida nem água. O navio transportava sete crianças e seis mulheres. Os passageiros informaram que eram da Síria e que tentavam chegar ao Chipre.


Barco que levava sírios para o Chipre ficou à deriva por três dias, devido à falta de combustível. Foto: Ministério da Defesa
Barco que levava sírios para o Chipre ficou à deriva por três dias, devido à falta de combustível. Foto: Ministério da Defesa

O barco dos refugiados foi localizado a cerca de 75 quilômetros da capital do Líbano, Beirute. A Fragata Liberal, que pertence à Marinha do Brasil, foi acionada pela Força-Tarefa Marítima para realizar o resgate. Enquanto aguardavam a chegada da Marinha libanesa, as forças navais brasileiras ofereceram alimentos, assistência médica e água para os sírios.

Em setembro de 2015, a corveta brasileira Barroso, que estava a caminho para missão da FTM, também resgatou 220 imigrantes no Mar Mediterrâneo.

Desde 2011, a Marinha brasileira comanda a Força-Tarefa, braço naval da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL). O contingente marítimo é composto por navios também da Alemanha, Grécia, Indonésia, Bangladesh e Turquia.

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