Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Marinha do Brasil realiza a maior Operação de Guerra Naval da região Amazônica

O Comando do 9º Distrito Naval (Com9ºDN) realizou, no período de 8 a 19 de outubro, a Operação RIBEIREX 2018, a maior Operação de Guerra Naval da região Amazônica, que contou com a participação de meios do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN).


Poder Naval

Neste ano, o Com9ºDN foi o responsável pelo planejamento e execução da operação, cujo propósito foi adestrar o trinômio composto pelos meios Navais, Aeronavais e de Fuzileiros Navais na execução de uma Operação Ribeirinha, empregando mais de 600 militares na área fluvial compreendida entre as cidades de Itacoatiara e Parintins, no estado do Amazonas. Foram executados exercícios de trânsito sob ameaça de superfície, proteção contra ameaças assimétricas, esclarecimentos aéreo e de superfície, controle de área fluvial, culminando com o Desembarque Ribeirinho.


Ao final, foram realizadas ações cívico-sociais, com atendimentos médicos, odontológicos, exames laboratoriais, de raio-x e procedimentos de enfermagem.

O Comandante da Flotilha do Amazonas foi designado como Comandante da Força-Tarefa Ribeirinha (ComForTaRib), composta pelos Navios Patrulha Fluvial (NpaFlu) “Raposo Tavares”, “Roraima”, “Rondônia”, o Navio Patrulha “Pampeiro” (4ºDN), o Navio de Assistência Hospitalar “Soares de Meirelles” e o Navio-Auxiliar “Pará” (4ºDN); duas aeronaves do 3º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral e dois Destacamentos de Fuzileiros Navais, sendo um do 1º Batalhão de Operações Ribeirinhas e outro do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (4ºDN).

FONTE: Marinha do Brasil

Postar um comentário

Postagens mais visitadas