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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Mídia ocidental chama de 'brincadeira' manobras da OTAN na Noruega

À exceção da Polônia e dos países bálticos, nenhum membro da OTAN vê sinais de que Moscou esteja planejando um ataque convencional, relata a revista alemã Die Welt.


Sputnik

O autor do artigo, Christoph Schiltz, expressa suas dúvidas em relação à necessidade dos exercícios da Aliança na Noruega. 


Um soldado da OTAN durante manobras militares na Noruega
CC BY-SA 2.0 / Defence Images / 539 Assault Squadron performing a beach assault
Segundo Schiltz, há sérias divergências dentro da OTAN quanto à Rússia. Além da Polônia e dos países bálticos, os parceiros da OTAN "não veem sinais de que Moscou esteja planejando um ataque convencional".

A Aliança acredita que a ameaça da chamada guerra híbrida é "muito mais provável", com o uso de "armas cibernéticas, desinformação e instigadores".

Assim, o autor do artigo questiona: "Para quê então esta brincadeira na Noruega com a participação de 50 mil soldados e 10 mil unidades de equipamento?".

A OTAN compreende que, "no caso de uma ameaça de conflito real, as possibilidades serão limitadas", observa o autor.

"Isso se refere à infraestrutura, veículos, capacidades militares no ar e no mar, assim como à transferência de grandes unidades militares para o Leste. E aqui já nasce uma pergunta: tais manobras de grande escala ainda são relevantes hoje em dia?", pergunta Schiltz.

As manobras conjuntas da OTAN Trident Juncture começaram na Noruega em 25 de outubro e terminarão em 7 de novembro, envolvendo cerca de 50 mil soldados, 250 aeronaves e 65 embarcações de 31 países. O número de militares dos países do norte da Europa atinge mais de 13 mil efetivos, entre os quais cerca de 2 mil soldados da Suécia.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia, comentando os planos da Aliança, declarou que esses exercícios têm uma "clara" orientação antirrussa, e que a participação da Finlândia e da Suécia nas manobras leva a uma degradação da situação na região.

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