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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Mílicia de Lugansk denuncia chegada de mercenários estrangeiros a Donbass

Milícia independentista da república autoproclamada de Lugansk tem informações sobre a chegada a Donbass de mercenários estrangeiros para combater ao lado de militares ucranianos, declarou na sexta-feira (19) o representante oficial da entidade responsável pela defesa da república, Andrei Marochko.


Sputnik

"Segundo os nossos dados, nesta semana ao povoado de Popasnaya, na zona de responsabilidade da 14ª brigada mecanizada das Forças Armadas da Ucrânia, chegaram 20 mercenários que falavam as línguas georgiana e polonesa", contou Marochko.


Mílicia da república autoproclamada de Lugansk
Milícia de Lugansk © Sputnik / Nikolai Sidorov

Em 2014, as autoridades ucranianas iniciaram uma operação militar contra as repúblicas populares de Donetsk e de Lugansk, que declararam sua independência depois do golpe do Estado que ocorreu na Ucrânia em 2014. Segundo as últimas estimativas da ONU, as ações militares em Donbass resultaram na morte de mais de 10 mil pessoas.

Em fevereiro de 2015, as partes em conflito assinaram os acordos de paz de Minsk para acabar com os combates na região, mas a situação permaneceu tensa, com as duas partes acusando-se mutuamente de violações do cessar-fogo.

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