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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Militares britânicos desenvolvem exercícios em grande escala em Omã

As Forças Armadas do Reino Unido realizam manobras de grande magnitude em Omã, centradas essencialmente em possíveis respostas às estratégias táticas e combates com o Exército da Rússia, divulgou hoje o diário The Times.


Prensa Latina
Londres - 'Estamos tratando de pôr-nos na contramão daqueles que poderiam estar melhor equipados, de quem poderiam ter a melhor capacitação e que nos dariam nossos desafios mais difíceis', citou o jornal o brigadeiro Zac Stenning, comandante das forças terrestres nestas operações.


De acordo com o meio de imprensa, os exercícios Saif Sareea-3 constituem os 'maiores jogos de guerra' britânicos em 17 anos, portanto envolvem cinco mil e 500 militares, 200 veículos blindados, seis navios de guerra, um porta aviões, oito aviões caça Eurofighter Typhoon e um trator blindado desenhado para a remoção de minas.

A informação revela que desde o início de outubro e até o dia 3 de novembro as tropas simularão combates com os efetivos russos, onde participam veículos blindados ligeiros, na hipótese de que estes representam os tanques de batalha russos T-72. Durante os ensaios utiliza-se uma frota de drones voadores não tripulados, estimados em mil libras esterlinas (mil 300 dólares) cada um, algo sem precedentes em eventos deste tipo.

Nos últimos anos, o Governo da Rússia tem reiterado seu compromisso com a paz e a estabilidade mundiais; no entanto, os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) aumentam seu poderio militar na Europa do Leste e os países bálticos utilizando a suposta agressão russa como principal justificativa.

Analistas internacionais advertem que com a chegada do presidente estadunidense, Donald Trump, à Casa Branca começou a pressão dentro da Aliança com o propósito de impulsionar a corrida armamentista, da qual depende em boa medida a economia de sua nação.

Em julho de 2016, a OTAN aprovou um incremento de sua presença militar no leste da Europa que incluiu o deslocamento de quatro batalhões multinacionais na Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia no marco de uma política de contenção da Rússia.

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