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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Militares britânicos desenvolvem exercícios em grande escala em Omã

As Forças Armadas do Reino Unido realizam manobras de grande magnitude em Omã, centradas essencialmente em possíveis respostas às estratégias táticas e combates com o Exército da Rússia, divulgou hoje o diário The Times.


Prensa Latina
Londres - 'Estamos tratando de pôr-nos na contramão daqueles que poderiam estar melhor equipados, de quem poderiam ter a melhor capacitação e que nos dariam nossos desafios mais difíceis', citou o jornal o brigadeiro Zac Stenning, comandante das forças terrestres nestas operações.


De acordo com o meio de imprensa, os exercícios Saif Sareea-3 constituem os 'maiores jogos de guerra' britânicos em 17 anos, portanto envolvem cinco mil e 500 militares, 200 veículos blindados, seis navios de guerra, um porta aviões, oito aviões caça Eurofighter Typhoon e um trator blindado desenhado para a remoção de minas.

A informação revela que desde o início de outubro e até o dia 3 de novembro as tropas simularão combates com os efetivos russos, onde participam veículos blindados ligeiros, na hipótese de que estes representam os tanques de batalha russos T-72. Durante os ensaios utiliza-se uma frota de drones voadores não tripulados, estimados em mil libras esterlinas (mil 300 dólares) cada um, algo sem precedentes em eventos deste tipo.

Nos últimos anos, o Governo da Rússia tem reiterado seu compromisso com a paz e a estabilidade mundiais; no entanto, os membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) aumentam seu poderio militar na Europa do Leste e os países bálticos utilizando a suposta agressão russa como principal justificativa.

Analistas internacionais advertem que com a chegada do presidente estadunidense, Donald Trump, à Casa Branca começou a pressão dentro da Aliança com o propósito de impulsionar a corrida armamentista, da qual depende em boa medida a economia de sua nação.

Em julho de 2016, a OTAN aprovou um incremento de sua presença militar no leste da Europa que incluiu o deslocamento de quatro batalhões multinacionais na Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia no marco de uma política de contenção da Rússia.

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