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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Navio da OTAN atravessa Rota Marítima do Norte aos olhares da inteligência russa

O navio Rhône da Marinha francesa atravessou pela primeira vez a Rota Marítima do Norte, sendo observado por radares russos.


Sputnik

Geralmente, o navio francês fica ancorado no porto de Brest na França, porém, partiu de Tromso na Noruega em setembro, viajando pelos mares do Ártico russo e atravessando o estreito de Bering, chegando no dia 17 de setembro ao porto Dutch Harbor, na ilha Unalaska, no Alasca.

Ártico: a Passagem Nordeste cruzada pela primeira vez pela Marinha da França. É o navio de apoio e assistência offshore Rhone (BSAH) que cruzou o Estreito de Bering em meados de setembro.

Segundo uma fonte da administração da Rota Marítima do Norte informou ao jornal Rossiiskaya Gazeta, "ao viajar do porto norueguês às ilhas Aleutas, localizadas perto do Alasca, o navio francês foi observado pela inteligência das Frotas do Norte e do Pacífico nas suas regiões de responsabilidade no Ártico russo", enfatizando que esse foi o primeiro navio da OTAN na Rota Marítima do Norte.

Philippe Guéna, comandante do navio Rhône, explicou à agência de notícias AFP que "a travessia tinha o objetivo de ampliar o conhecimento sobre a região, já que o interesse estratégico vem crescendo constantemente. A região ártica possui uma área 40 vezes maior do que a da França, além de possuir grandes reservas minerais e hidrocarbonetos".

O Rhône é um navio da classe Loire, não porta armas e tem como objetivo oferecer apoio aos demais navios da frota que o acompanha. Além disso, tem 70 metros de comprimento e um calado de 5 metros.

A Rota Marítima do Norte deverá ser fechada para navios estrangeiros a partir de 2019, segundo as últimas leis russas, já "se trata de águas costeiras puramente russas. Portanto, protegemos nossos construtores navais", explicou o vice-primeiro-ministro, Yuri Borisov.

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