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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Netanyahu: 'Israel agirá com grande força' para acabar com ataques de Gaza

Israel vai agir com "grande força" para colocar fim aos ataques da Faixa de Gaza, afirmou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.


Sputnik

O premiê realizou uma reunião com altos funcionários das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) e das entidades militares após o ataque de foguetes originários do território palestino.


Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
Benjamin Netanyahu © REUTERS / Ammar Awad

"Israel vê com seriedade os ataques contra seu território ao longo do cerco, na região fronteiriça da Faixa de Gaza e em Be'er Sheva, em todos os lugares. Eu disse na abertura da reunião do gabinete [no domingo] que se esses ataques não pararem, nós os impediremos […] Hoje quero dizer: Israel agirá com grande força", disse o primeiro-ministro.

Nesta madrugada, um dos foguetes lançados da Faixa de Gaza danificou um prédio residencial na cidade de Be'er Sheva com 200 mil habitantes. O segundo caiu no mar Mediterrâneo perto de Tel Aviv. Como resposta, a Força Aérea israelense atacou cerca de 20 alvos dos militantes palestinos em Gaza.

O disparo palestino não resultou em feridos, enquanto que a represália aérea de Israel causou uma vítima mortal.

Jerusalém responsabiliza pelo ataque o movimento islamista Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Hamas descartou seu envolvimento nos disparos condenando-os como "tentativa irresponsável" de impedir as negociações de paz do Egito, que age como mediador entres palestinos e Israel na tentativa de impedir uma nova guerra.

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