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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Netanyahu: 'Israel agirá com grande força' para acabar com ataques de Gaza

Israel vai agir com "grande força" para colocar fim aos ataques da Faixa de Gaza, afirmou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.


Sputnik

O premiê realizou uma reunião com altos funcionários das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) e das entidades militares após o ataque de foguetes originários do território palestino.


Primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu
Benjamin Netanyahu © REUTERS / Ammar Awad

"Israel vê com seriedade os ataques contra seu território ao longo do cerco, na região fronteiriça da Faixa de Gaza e em Be'er Sheva, em todos os lugares. Eu disse na abertura da reunião do gabinete [no domingo] que se esses ataques não pararem, nós os impediremos […] Hoje quero dizer: Israel agirá com grande força", disse o primeiro-ministro.

Nesta madrugada, um dos foguetes lançados da Faixa de Gaza danificou um prédio residencial na cidade de Be'er Sheva com 200 mil habitantes. O segundo caiu no mar Mediterrâneo perto de Tel Aviv. Como resposta, a Força Aérea israelense atacou cerca de 20 alvos dos militantes palestinos em Gaza.

O disparo palestino não resultou em feridos, enquanto que a represália aérea de Israel causou uma vítima mortal.

Jerusalém responsabiliza pelo ataque o movimento islamista Hamas, que controla a Faixa de Gaza.

Hamas descartou seu envolvimento nos disparos condenando-os como "tentativa irresponsável" de impedir as negociações de paz do Egito, que age como mediador entres palestinos e Israel na tentativa de impedir uma nova guerra.

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