Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

'Nós seremos um alvo': alemães comentam planos dos EUA de posicionar mísseis na Europa

A mídia alemã, inclusive as edições Die Welt e Die Zeit, escreveu sobre os planos dos EUA de se retirarem do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (Tratado INF), a possibilidade de posicionarem nos países europeus mísseis americanos e a reação da Rússia à situação, o que provocou respostas ativas da parte dos leitores alemães.


Sputnik

Muitos usuários expressaram o receio de que, por causa do posicionamento na Europa de mísseis norte-americanos, o continente europeu se tornaria alvo de um ataque no caso de ocorrer algum conflito grande, enquanto o território dos EUA permaneceria em relativa segurança.


Lançamento de mísseis Bulava (imagem referencial)
Lançamento de míssil russo Bulava © Sputnik / Ministério da Defesa da Rússia

"A Europa não deve se tornar de novo um brinquedo dos ianques. Eu espero que o nosso governo seja razoável e não comece a posicionar armas ofensivas dos americanos", comentou Erik D.

"Se houver uma guerra, seremos nós o alvo, e não os EUA", opina Stan Lee.

"Imagine que a Rússia tivesse colocado sua defesa antimíssil no México e no Canadá e realizasse manobras militares nesses territórios. Por quanto tempo os EUA permaneceriam calados?" exclamou Axel F.

"Vocês não devem se esquecer de que a possível guerra começaria perante as nossas portas, e não do outro lado do Atlântico", assinalou House B.

Entretanto, vários internautas também acusaram da tensão crescente a Rússia, lembrando o posicionamento de sistemas de mísseis em Kaliningrado. Porém, os outros responderam que esses mísseis estão no território russo, e não no polonês ou romeno.

"Não quero mísseis nem da Rússia, nem dos EUA no meu quintal", concluiu Bavaria One.

Em 20 de outubro, o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que seu país abandonaria o Tratado INF, alegando supostas violações do acordo por parte da Rússia.

Mais tarde, o presidente estadunidense acrescentou que os EUA aumentarão suas capacidades nucleares até que os outros países, como a Rússia e a China, "recuperem a razão".

O Tratado INF, assinado por Washington e Moscou em 1987, não tem data de expiração e proíbe as partes de terem mísseis balísticos terrestres ou mísseis de cruzeiro com alcance entre 500 e 5.500 quilômetros.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas