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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Novo míssil russo Kalibr alcançaria qualquer capital da Europa, relata almirante dos EUA

As capacidades do novo míssil russo Kalibr foram elogiadas pelo comandante da Marinha dos EUA na Europa e África, almirante James Foggo.


Sputnik

"Seis novos submarinos da classe Kilo agora estão operando na região do mar Negro, dois deles estiveram no mar Mediterrâneo e lançaram mísseis Kalibr. O míssil Kalibr é um míssil impressionante. É um míssil de cruzeiro [projetado] para destruir alvos terrestres", disse o comandante americano.

Navios da Frota do mar Cáspio realizam lançamentos de mísseis Kalibr-NK contra infraestruturas do Daesh a partir do mar Cáspio, novembro de 2015
Navios russos lançando mísseis Kalibr contra o Daesh na Síria a partir do Mar Cáspio © Foto : Ministério da Defesa da Rússia

"Se lançado a partir de qualquer um desses mares, incluindo o mar Cáspio, pode alcançar qualquer capital europeia", sublinhou Foggo.

Anteriormente, Foggo havia elogiado a eficácia das forças submarinas russas, afirmando que os investimentos russos permitiram a criação de tais submarinos, contra os quais os EUA se opõem no Atlântico.

"A intensidade da guerra submarina aumentou significativamente […] desde a Guerra Fria. A Marinha Russa continua bombeando rublos [moeda russa] para o setor submarino, e eles têm forças submarinas muito eficazes", ressaltou Foggo, citado pelo serviço de imprensa da 6ª Frota da Marinha dos EUA.

Anteriormente o almirante comunicou à Sputnik que os EUA estão prontos para se defenderem dos navios russos equipados com mísseis de cruzeiro Kalibr no Mediterrâneo.

Em agosto, foi relatado pelo Ministério da Defesa da Rússia que navios e submarinos russos haviam atacado posições de terroristas na Síria com 100 lançamentos de mísseis Kalibr, além de 66 ataques com mísseis de cruzeiros lançados do ar.

O sistema de armas de alta precisão Kalibr inclui uma família de mísseis antinavio 3M-54, mísseis de cruzeiro de baseamento naval para destruir alvos terrestres fixos 3M-14 e mísseis guiados antissubmarino 91R1 e 91RT2.

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