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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Objetivo de ciberataque da Rússia contra Opaq é minar democracia, acusa Otan

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, acusou nesta segunda-feira a Rússia de ter lançado ataques cibernéticos contra a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) como parte de uma série de tentativas de atentar contra a democracia no Ocidente.


EFE

Zagreb - "O exemplo da semana passada é sério, já que faz parte de um padrão. Já vimos antes ataques similares dos russos. A Rússia tem táticas híbridas, incluindo as cibernéticas, para se intrometer nos processos democráticos em uma série de países, entre eles membros da Otan, e para atacar a instituições internacionais", disse o secretário-geral da Otan, após conversar em Zagreb com o primeiro-ministro da Croácia, Andrej Plenkovic, de acordo com a agência de notícias croata "Hina".

EFE/ Koca Sulejmanovic
Secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg | EFE/ Koca Sulejmanovic

Stoltenberg ressaltou que em resposta a essas atividades, a Otan intensificou os trabalhos de inteligência e investiu mais em sua capacidade cibernética, como parte da maior adaptação da Aliança desde a Segunda Guerra Mundial.

Ele disse estar satisfeito com a participação da Croácia nessa adaptação e com o fato de o país, assim como outros Estados-membros, ter se comprometido a destinar 2% do seu PIB à Defesa. O secretário-geral da Otan chegou hoje a Zagreb depois de visitar Belgrado. Amanhã ele irá à Eslovênia.

Nos últimos dias, vários países Ocidentais acusaram a Rússia e sua agência de inteligência militar, GRU, de ataques cibernéticos. Na quinta-feira passada, o governo holandês informou que em abril expulsou quatro agentes do GRU que preparavam um ataque cibernético contra a rede de internet da Opaq, cuja sede fica em Haia.

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