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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Oficiais militares britânicos 'ameaçam' Rússia com seu novo porta-aviões

O novo porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth fez sua primeira viagem rumo aos EUA. Ao mesmo tempo, o exército do Reino Unido está testando decolagens e aterrissagens dos novos caças F-35B a bordo da embarcação.


Sputnik

Alguns militares de alto escalão que se encontram a bordo do navio comentaram as capacidades do HMS Queen Elizabeth e contaram como o maior porta-aviões da Marinha Real Britânica ajudará a neutralizar a "ameaça russa".

Porta-aviões da Marinha Real Britânica HMS Queen Elizabeth
Porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth © REUTERS / Peter Nicholls

Em entrevista ao jornal The Sun, o oficial britânico, Nathan Gray, disse que qualquer um que queira enfrentar o novo navio britânico "deve estar muito, muito preocupado e pensar duas vezes".

Ao mesmo tempo, outro alto oficial a bordo do porta-aviões, Jerry Kyd, afirmou que a Rússia é uma ameaça para o Ocidente.

"O que vemos é uma Rússia renascente que voltou a ser uma ameaça aos Estados ocidentais e ao sistema baseado em regras e isso deve ser levado a sério", afirmou.

Segundo o oficial militar, os porta-aviões permitem que os britânicos "defendam o seu povo em casa" e cumpram as suas obrigações perante tais organizações como a OTAN.

Em resposta à pergunta do jornalista sobre quem ganharia em uma batalha russo-britânica, o contra-almirante Keith Blount expressou confiança na vitória britânica.

No entanto, os especialistas não concordam com o contra-almirante. Analistas apontam que a atual frota militar britânica não poderia conter a Rússia, visto que em serviço da Marinha Real estão só quatro submarinos estratégicos que já hoje devem ser substituídos por modelos mais modernos, mas o governo não alocou orçamento. O HMS Queen Elizabeth é o único porta-aviões britânico. Foi lançado recentemente, deu vazamento de água e teve que retornar ao porto para uma manutenção imprevista.

Enquanto isso, a Rússia afirmou repetidamente que todas as armas desenvolvidas pelo país desempenham tarefas defensivas, visto que a doutrina militar russa prevê só ações de defesa.

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