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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Oposição síria aceitará presença militar russa, se esta servir aos interesses do povo

A oposição síria considera possível a presença militar de forças estrangeiras em seu país, desde que não prejudique os interesses do povo, disse à Sputnik o chefe da Comissão de Negociações da Síria, Naser Hariri.


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Hariri chegou a Moscou para se reunir nesta sexta-feira com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.


Ajuda humanitária da Rússia para a Síria
Ação humanitária da Rússia para a Síria © Sputnik / Mihail Voskresensky

"As forças estrangeiras que desembarcaram recentemente não deveriam estar na Síria, mas respeitaremos todos os documentos e pactos internacionais relativos aos países ligados à Síria e que não prejudiquem o povo sírio", disse Hariri ao responder uma pergunta sobre a presença militar russa em seu país.

Ele ressaltou que a oposição síria não vê nenhum problema nos acordos com a Rússia, desde que atendam aos interesses do povo sírio.

As tropas russas atuam no território do país árabe no âmbito de um acordo bilateral com a Damasco. A Rússia administra a base aérea de Hmeymim, na província de Latakia e o porto de Tartus, para onde pode enviar reforços, se considerar necessário.

Por outro lado, a coalizão internacional liderada pelos EUA, realiza ataques aéreos contra terroristas na Síria desde 2014, sem o consentimento das autoridades do país árabe.

Os EUA possuem uma base militar no sul da cidade de Al Tanaf onde treina "forças aliadas" da oposição armada para "combater o terrorismo".

Rússia, Irã e Turquia também já se manifestaram diversas vezes contra a presença militar dos Estados Unidos na Síria.

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