Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

OTAN se recusa a ter laços militares normais com a Rússia

Moscou está aberta a um diálogo sério com a OTAN sobre questões urgentes, mas a aliança não está pronta para restaurar os contatos militares com a Rússia, afirmou nesta sexta-feira (12) o vice-ministro das Relações Exteriores, Alexander Grushko.


Sputnik

"Estamos prontos para um diálogo sobre questões [urgentes], um diálogo sério. Além disso, formulamos propostas concretas que, se implementadas, poderiam aprimorar o ambiente militar na Europa. Infelizmente, a OTAN se recusa, não apenas a ter uma discussão específica sobre nossas atividades e ideias, mas também a restaurar contatos militares normais de trabalho", disse Grushko a repórteres.

A bandeira da OTAN é vista através de arame farpado tremulando em frente à nova sede da aliança em Bruxelas, na Bélgica.
© REUTERS / Christian Hartmann

O diplomata ainda enfatizou que a Rússia nunca se afastou de um diálogo franco e aberto sobre questões urgentes.

"[Moscou] acredita que as reuniões do Conselho OTAN-Rússia [NRC, na sigla em inglês] devem nos aproximar para resolver as questões nas quais ambos os lados têm interesse, em particular, medidas para prevenir incidentes perigosos, medidas para a diminuição de conflitos e a prevenção de má interpretação de intenções um do outro", apontou Grushko.

A OTAN suspendeu toda a cooperação prática civil e militar com a Rússia em resposta à suposta interferência de Moscou no conflito da Ucrânia. No entanto, decidiu manter canais de comunicação abertos no NRC — a plataforma estabelecida em 2002 para promover laços bilaterais — a nível dos embaixadores.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas