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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Papa diz que semear ódio é o caminho para Terceira Guerra Mundial

O papa Francisco afirmou nesta terça-feira que "semear ódio, violência e divisões é um caminho de destruição" e de preparo para a Terceira Guerra Mundial.


EFE

Roma - "Hoje existe a Terceira Guerra Mundial em pedaços. Olhem para os locais dos conflitos: falta de humanidade, agressão, ódio entre culturas e tribos, também uma deformação da religião, este é o caminho do suicídio, semear ódio. É um preparar a Terceira Guerra Mundial que está em andamento aos pedaços e acredito não exagerar nisto. Diga isto aos jovens!", disse o papa.


EFE/Vaticano
EFE/Vaticano

O pontífice participou do encontro realizado em Roma para a apresentação do livro "Francisco - A sabedoria do tempo", um projeto editorial do padre Antonio Spadaro, diretor da revista dos jesuítas "La Civiltà Cattolica".

O livro reúne lições de vida de mulheres e homens de diversas partes do mundo, entre eles do diretor de cinema Martin Scorsese, que esteve no evento de hoje. Scorsese, cujo filme mais recente, "Silêncio", fala sobre um missionário jesuíta no Japão, contou a história de um bairro de Nova York onde existe muita pobreza e perguntou como a humanidade pode reagir à crueldade.

Francisco disse que para evitar que o mundo experimente a crueldade é importante ensinar que os jovens devem ter empatia e mostrar a eles que a maldade "é o caminho errado".

Durante a apresentação, o pontífice se referiu em várias ocasiões ao ódio e à violência e alertou para o crescimento do populismo.

"É importante que os jovens saibam como nasce o populismo. Penso em Hitler no século passado, que havia prometido o desenvolvimento da Alemanha. Sabemos como começam os populismos: semeando o ódio. Não se pode viver semeando ódio", disse ele.

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