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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Paquistão testa míssil nuclear após Índia oficializar compra do S-400 russo

O Paquistão testou com sucesso seu sistema de mísseis com capacidade nuclear logo depois que seu arquiinimigo, a Índia, recusou as negociações de paz com Islamabad e comprou bilhões em armas da Rússia.


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O sistema de mísseis, que pode disparar projéteis convencionais e nucleares a uma distância de 1.300 quilômetros, foi testado na segunda-feira pelo Comando de Forças Estratégicas do Exército (ASFC, na sigla em inglês). O teste do míssil balístico Ghauri foi elogiado pelo presidente paquistanês Arif Alvi e pelo primeiro-ministro Imran Khan.


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Teste do míssil balístico paquistanês Ghauri | Reprodução


"O lançamento consolida a capacidade nuclear do Paquistão, que visa à paz e estabilidade através de um regime de dissuasão credível", dizia o comunicado Inter-Services Public Relations (ISPR).

O teste acontece semanas depois de a Índia ter decidido se reunir com o Paquistão para discutir formas de garantir a paz e a estabilidade na região.

Inicialmente, a Índia aceitou o convite do primeiro-ministro paquistanês, mas recuou sobre o que seu ministro de Relações Exteriores classificou como "brutal assassinato" de três policiais nas mãos de militantes paquistaneses no início deste mês.

O Ministério de Relações Exteriores da Índia também citou a distribuição de selos postais do Paquistão supostamente glorificando o terrorismo como uma razão para a Índia se recusar a manter conversações.

O lançamento de mísseis com capacidade nuclear também segue o movimento militar da Índia, que assinou um contrato de US$ 5,4 bilhões para a compra de sistemas de mísseis S-400 da Rússia.

O acordo foi assinado pelo presidente russo, Vladimir Putin, e pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, quando os dois se encontraram na sexta-feira na capital da Índia, Nova Déli.

A Índia deve ficar inquieta com os testes de mísseis nucleares do Paquistão, já que seu país vizinho e inimigo de longa data já estava pronto para se tornar a quinta maior potência nuclear do mundo.

De fato, foi relatado em setembro que a capacidade nuclear do Paquistão tornou-se uma "considerável preocupação" para os EUA e outros países, já que suas ogivas deverão aumentar em número para entre 220 e 250 até 2025, segundo um novo estudo realizado como parte do Projeto de Informação Nuclear, supervisionado pela Federação de Cientistas Americanos.

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