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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Paquistão testa míssil nuclear após Índia oficializar compra do S-400 russo

O Paquistão testou com sucesso seu sistema de mísseis com capacidade nuclear logo depois que seu arquiinimigo, a Índia, recusou as negociações de paz com Islamabad e comprou bilhões em armas da Rússia.


Sputnik

O sistema de mísseis, que pode disparar projéteis convencionais e nucleares a uma distância de 1.300 quilômetros, foi testado na segunda-feira pelo Comando de Forças Estratégicas do Exército (ASFC, na sigla em inglês). O teste do míssil balístico Ghauri foi elogiado pelo presidente paquistanês Arif Alvi e pelo primeiro-ministro Imran Khan.


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Teste do míssil balístico paquistanês Ghauri | Reprodução


"O lançamento consolida a capacidade nuclear do Paquistão, que visa à paz e estabilidade através de um regime de dissuasão credível", dizia o comunicado Inter-Services Public Relations (ISPR).

O teste acontece semanas depois de a Índia ter decidido se reunir com o Paquistão para discutir formas de garantir a paz e a estabilidade na região.

Inicialmente, a Índia aceitou o convite do primeiro-ministro paquistanês, mas recuou sobre o que seu ministro de Relações Exteriores classificou como "brutal assassinato" de três policiais nas mãos de militantes paquistaneses no início deste mês.

O Ministério de Relações Exteriores da Índia também citou a distribuição de selos postais do Paquistão supostamente glorificando o terrorismo como uma razão para a Índia se recusar a manter conversações.

O lançamento de mísseis com capacidade nuclear também segue o movimento militar da Índia, que assinou um contrato de US$ 5,4 bilhões para a compra de sistemas de mísseis S-400 da Rússia.

O acordo foi assinado pelo presidente russo, Vladimir Putin, e pelo primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, quando os dois se encontraram na sexta-feira na capital da Índia, Nova Déli.

A Índia deve ficar inquieta com os testes de mísseis nucleares do Paquistão, já que seu país vizinho e inimigo de longa data já estava pronto para se tornar a quinta maior potência nuclear do mundo.

De fato, foi relatado em setembro que a capacidade nuclear do Paquistão tornou-se uma "considerável preocupação" para os EUA e outros países, já que suas ogivas deverão aumentar em número para entre 220 e 250 até 2025, segundo um novo estudo realizado como parte do Projeto de Informação Nuclear, supervisionado pela Federação de Cientistas Americanos.

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