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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Pelo menos 20 mortos em ataque da coalizão no Iêmen

Pelo menos 20 pessoas foram mortas e outras 10 ficaram feridas em ataques aéreos realizados pela coalizão EUA e Arábia Saudita nesta quarta-feira na cidade de Bayt al Faqih, no oeste do Iêmen, informou a imprensa local.


Sputnik

O ataque aéreo foi realizado horas depois dos ataques anteriores que mataram três civis, incluindo uma criança menor, e feriram outras seis pessoas, informou o canal de TV Masirah.


Bombardeios da coalizão no Iêmen
Bombardeio da coalizão no Iêmen © Sputnik

Um relatório recente da ONU informou que os ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita — que atingiu mercados ao ar livre, clínicas de saúde, escolas, funerais e casamentos, segundo relatos publicados — foram responsáveis por mortes e ferimentos de 16 mil civis nos últimos três anos.

A coalizão internacional liderada pelos sauditas tem realizado ataques aéreos no Iêmen em apoio ao governo do país, lutando contra o grupo rebelde Houthi desde 2015. Ambos os lados foram acusados ​​por organizações internacionais e grupos de direitos humanos de cometer hostilidades contra os civis iemenitas.

O chefe do Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos Estados Unidos, o tenente-general Brad Webb, disse em uma coletiva de imprensa na semana passada que os EUA não tinham planos de mudar seu apoio logístico às operações militares lideradas pela Arábia Saudita no Iêmen.

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