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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Pelo menos 20 mortos em ataque da coalizão no Iêmen

Pelo menos 20 pessoas foram mortas e outras 10 ficaram feridas em ataques aéreos realizados pela coalizão EUA e Arábia Saudita nesta quarta-feira na cidade de Bayt al Faqih, no oeste do Iêmen, informou a imprensa local.


Sputnik

O ataque aéreo foi realizado horas depois dos ataques anteriores que mataram três civis, incluindo uma criança menor, e feriram outras seis pessoas, informou o canal de TV Masirah.


Bombardeios da coalizão no Iêmen
Bombardeio da coalizão no Iêmen © Sputnik

Um relatório recente da ONU informou que os ataques aéreos da coalizão liderada pela Arábia Saudita — que atingiu mercados ao ar livre, clínicas de saúde, escolas, funerais e casamentos, segundo relatos publicados — foram responsáveis por mortes e ferimentos de 16 mil civis nos últimos três anos.

A coalizão internacional liderada pelos sauditas tem realizado ataques aéreos no Iêmen em apoio ao governo do país, lutando contra o grupo rebelde Houthi desde 2015. Ambos os lados foram acusados ​​por organizações internacionais e grupos de direitos humanos de cometer hostilidades contra os civis iemenitas.

O chefe do Comando de Operações Especiais da Força Aérea dos Estados Unidos, o tenente-general Brad Webb, disse em uma coletiva de imprensa na semana passada que os EUA não tinham planos de mudar seu apoio logístico às operações militares lideradas pela Arábia Saudita no Iêmen.

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