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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Pentágono: China é risco significativo e crescente para setor de defesa dos EUA

Um extenso relatório preparado pelo Pentágono e publicado na sexta-feira (5) afirma que a China representa uma ameaça crescente ao fornecimento de materiais e componentes essenciais para o Exército norte-americano.


Sputnik

O informe com quase 150 páginas, feito por ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, detectou cerca de 300 "vulnerabilidades" que poderiam afetar o setor de defesa do país americano.


Uma das importantes descobertas, destacadas pelo texto, é que a China representa "um risco significativo e crescente" para o fornecimento de materiais e tecnologias "considerados estratégicos e fundamentais para a segurança nacional" dos Estados Unidos. Além disso, os riscos enfrentados pela base industrial de fabricação e defesa dos Estados Unidos aumentam ainda mais por causa do "domínio do mercado" por Pequim e sua disposição "de usar o comércio como uma arma de poder brando". Desse modo, os americanos tornam-se dependentes de "um concorrente estratégico para bens, serviços e produtos indispensáveis", detalha o relatório.

A grande preocupação americana é o domínio da China na oferta global de recursos minerais fundamentais para os programas militares de Washington, além do fornecimento de produtos eletrônicos e químicos que são usados nas munições dos EUA.

Para que o problema seja resolvido, o documento lista uma série de recomendações para fortalecer a indústria americana, sugerindo "diversificar a dependência total de fontes de suprimento em relação a países politicamente instáveis que podem cortar o acesso aos Estados Unidos".

O documento surgiu em meio à escalada de tensões sino-americanas em diversas áreas. No setor político, Trump e seu vice-presidente, Mike Pence, acusaram Pequim de interferir nos assuntos internos e no processo eleitoral dos EUA.

Recentemente têm acontecido uma série de incidentes nos mares da China, tal como operações de trânsito de bombardeiros norte-americanos B-52 ou a aproximação hostil entre destróieres de ambos os países.

Tais incidentes acontecem em meio à batalha comercial entre os dois países e às recentes sanções dos EUA contra o complexo militar industrial chinês, além do apoio militar de Washington a Taiwan, considerado por Pequim como parte integrante da China.

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