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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Pentágono estaria desenvolvendo 'superarma' de longo alcance, diz especialista

Segundo Sebastien Roblin da revista The National Interest, o Pentágono estaria desenvolvendo um projeto de canhão estratégico de longo alcance para destruir alvos a 2.100 quilômetros.


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Esta "superarma" seria um sistema de artilharia capaz de bombardear cidades localizadas muito no interior da linha da frente. Anteriormente, armas como essas foram utilizadas pelo Império Alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Os alemães desenvolveram um dispositivo de 211 mm para bombardear a capital francesa a cerca de 128 quilômetros.


Canhão de um tanque (imagem referencial)
© Sputnik / Mikhail Voskresensky

O fato se repetiu durante a Segunda Guerra Mundial, quando Hitler construiu o "supercanhão" V-3 para bombardear Londres. Porém, as tropas aliadas de Londres evitaram a utilização do V-3 contra o alvo.

Durante a Guerra Fria, os norte-americanos utilizaram a artilharia de longo alcance, como o M109A5, um blindado autopropulsado de 155 mm capaz de destruir alvos a 35 quilômetros.

Existiram outros armamentos de longo alcance no decorrer dos anos, mas o último deste tipo foi o Projeto Babilônia, projetado pelo engenheiro canadense Gerald Bull sob encomenda para Saddam Hussein. Entretanto, o projeto foi destruído antes de ser completado, segundo o artigo publicado pela revista The National Interest.

Atualmente, os EUA voltaram a pensar em uma "superarma" para ser utilizada contra insurgências e em grandes conflitos que possam vir a ocorrer no futuro. Com essa "superarma" o país acredita que seria capaz de lidar com conflitos aéreos ou com os novos sistemas russos de longo alcance S-400, já que estes sistemas são grandes obstáculos para as operações norte-americanas.

A artilharia pesada com mísseis táticos pode se tornar a peça chave no campo de batalha contra os sistemas de defesa antiaéreos e radares, já que haveria a possibilidade de destruí-los.

O programa de criação da "superarma" foi mencionado recentemente pelo general John Murray, segundo o qual o país está "analisando seriamente um meio de iniciar a produção de mísseis hipersônicos, bem como o que chamamos de Canhão Estratégico de Longo Alcance, que poderia destruir alvos a 1.852 quilômetros".

Porém, a criação de uma arma como essa não significaria de fato que seria possível atingir o alvo, visto que isso dependeria de uma combinação de fatores, como o combustível e o comportamento do míssil durante o voo.

Além disso, o Exército norte-americano está planejando construir um míssil hipersônico com alcance aproximado de 2.222 quilômetros.

Possivelmente, os EUA estão procurando meios de combater as atuais forças da Rússia e da China, visto que, em entrevistas anteriores, altos responsáveis norte-americanos assumiram que o Exército dos EUA não tem condições de enfrentar outras potências, que estão elevando seu poderio militar.

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