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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Piloto russo explica detalhes do acidente com caça ucraniano Su-27

A Força Aérea dos Estados Unidos confirmou a participação de um militar norte-americano no acidente com um caça ucraniano Su-27 na região ucraniana de Vinnitsa. O piloto militar russo Vladimir Popov explicou que o acidente poderia ter vitimado um piloto ucraniano e um norte-americano, no caso de um voo com tripulação conjunta.


Sputnik

A Força Aérea dos EUA confirmou que um militar norte-americano esteve implicado no acidente com um caça ucraniano Su-27 na terça-feira (16) na região ucraniana de Vinnitsa, quando realizava um combate simulado durante os exercícios internacionais Clear Sky 2018, segundo o comunicado do serviço de imprensa da entidade.


Su-27 (arquivo)
Sukhoi Su-27 © Sputnik / Anatoly Medved

No entanto, os EUA comentaram que ainda não podiam comprovar a morte do cidadão norte-americano ou seu ferimento. O incidente está sendo investigado agora.

O Promotoria Militar da Ucrânia, por sua vez, declarou que no acidente com o caça Su-27 morreram dois pilotos da aeronave — um oficial da Força Aérea Ucraniana e um militar da Força Aérea da Guarda Nacional dos EUA. Mais tarde, a entidade ucraniana apagou a informação sobre a cidadania das vítimas do acidente.

O comunicado sobre a cidadania dos pilotos mortos foi apagado também no site do Estado-Maior das Forças Armadas da Ucrânia. Porém, na manhã da quarta-feira (17), as Forças Armadas da Ucrânia confirmaram a morte do piloto estadunidense.

O nome do piloto ucraniano morto já foi revelado. Segundo comunicou o Estado-Maior ucraniano, é o comandante da tripulação, coronel Ivan Petrenko.

Vladimir Popov, major-general e piloto emérito russo, explicou ao serviço russo da Rádio Sputnik por que o acidente poderia ter vitimado pilotos dos dois países.

"Voos com tripulação conjunta em exercícios internacionais são permitidos e realizados em vários países. São os assim chamados voos de conhecimento nos aviões com direção dupla. Organizam-se para troca de experiência, verificação das capacidades. Tais voos, com certeza, se realizam com permissão do alto comando militar de ambos os países", disse Vladimir Popov.

O piloto russo explicou também o processo de investigação de tais acidentes. Segundo ele, será criada obrigatória e imediatamente uma comissão para investigação do acidente. Tais comissões, regra geral, funcionam no quadro de um grupo de trabalho do país em causa.

Não é de excluir que, neste caso, na comissão estejam presentes alguns representantes dos EUA e participem de algum modo no seu trabalho, opina Vladimir Popov. Caso já tenham sido encontrados os materiais de controle objetivo, ou seja, as caixas pretas, então esses dados permitirão determinar o que aconteceu no voo trágico, explicou o piloto russo.

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