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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Polônia trabalha para aumentar número de militares na fronteira russa, afirma ministro

A Polônia está trabalhando para aumentar o número de forças do país na fronteira com Kaliningrado, o enclave russo no Mar Báltico, disse nesta quinta-feira o ministro da Defesa da Polônia, Mariusz Blaszczak.


Sputnik

"É importante que os militares poloneses sejam mais numerosos no leste de nosso país", afirmou Blaszczak ao rever o regimento de artilharia de tanques-destruidores na cidade de Suwalki, situado a cerca de 40 quilômetros da fronteira com o país na região de Kaliningrado.


Mariusz Blaszczak, ministro do Interior da Polônia na época, fala com agentes da guarda de fronteira polonesa no centro de trânsito de refugiados perto da cidade macedônia de Gevgelija, em 24 de maio de 2016
Ministro da Defesa da Polônia, Mariusz Blaszczak © AP Photo / Boris Grdanoski

Ele lembrou que as forças da OTAN foram desdobradas não muito longe do chamado hiato de Suwalki, que, de acordo com o bloco militar, é a parte mais vulnerável das fronteiras do bloco e um alvo potencial da suposta agressão da Rússia.

"As forças da OTAN estão desdobradas não muito longe daqui. Mas nós percebemos que deveríamos criar capacidades defensivas. É importante que as nossas Forças Armadas sejam numerosas, bem equipadas com armas sofisticadas e intimamente integradas nas estruturas da OTAN", destacou Blaszczak.

A Polônia tem estado ativamente intensificando sua cooperação com a OTAN recentemente, a fim de impedir qualquer possível agressão contra o país, incluindo a suposta ameaça da Rússia.

Moscou afirmou repetidamente que nunca atacaria nenhum aliado da OTAN. De acordo com o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, a aliança militar ocidental está ciente desta posição russa, mas usa alegada agressão da Rússia como pretexto para impulsionar a sua construção militar perto das fronteiras russas.

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