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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Por que a Marinha do Brasil não vai comprar fragatas OHP?

Mesmo com pouquíssimas opções de navios de guerra usados no mercado internacional, a Marinha do Brasil (MB) dificilmente vai adquirir fragatas usadas da classe “Oliver Hazard Perry” (OHP) estocadas nos EUA.


Poder Naval

Embora os navios sejam capazes de operar com dois helicópteros Sea Hawk e possam ser reativados com sistemas ainda inexistentes em nossa Marinha, como o sonar passivo towed array e o lançador Mk.13 capaz de disparar mísseis antiaéreos de defesa de área SM-2, entre outros, seu custo operacional elevado ainda é o principal obstáculo.

Fragata Classe Oliver Hazard Perry | Reprodução

Isto porque o orçamento MB está dimensionado para operar navios propulsados por motores a diesel, muito mais econômicos do que os navios movidos apenas por turbinas a gás, como é o caso das OHP.

Por essa mesma razão é que a MB só envia para missões no Líbano as fragatas classe “Niterói” ou a corveta Barroso e nunca enviou uma Type 22, movida somente a turbinas e por isso de operação muito mais dispendiosa.

Para se ter uma ideia do custo operacional das OHP, a taxa de consumo da turbina aeroderivada GE LM2500 é de 0,373 galão de combustível por 1 cavalo-vapor. Cada galão equivale a 3,78 litros.

Quando se usa 100% da potência, a LM2500 consome 12.530 galões por hora. A 30% de potência, o consumo é de 3.760 galões por hora.

A Perry usa duas LM2500 e se estiver operando a 100% e 30%, vai consumir 25.060 galões (94.852,1 litros) e 7.520 galões (28.463,2 litros) por hora, respectivamente.

Mesmo que uma OHP possa fazer 25 nós usando apenas uma turbina, o consumo ainda é elevado para os padrões brasileiros.

Essa também é a razão por que raramente os navios de guerra da MB navegam usando turbina.

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