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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Poroshenko abriria fogo em Donbass só com 'aceno' de Washington, diz analista

É pouco provável que haja um agravamento da situação em Donbass depois da diretiva do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de abrir fogo, pois para isso é necessário um "aceno" por parte de Washington, acredita um especialista consultado pela Sputnik.


Sputnik

Mais cedo, o líder do país assistiu às manobras militares Chistoe Nebo (Céu Limpo, em russo) na região de Khmelnitsky e ordenou às forças de segurança para abrirem fogo caso isso seja necessário para "salvar vidas humanas", acrescentando que era preciso "proteger cada militar ucraniano".


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko (foto de arquivo)
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"É uma retórica pré-eleitoral por parte dele. Não haverá agravamento nenhum sem um aceno dos patronos de Washington, enquanto eles, como já repararam, não estão dispostos a isso. Não haverá nenhuma ofensiva real. Incidentes, talvez", disse Sergei Panteleev, diretor do Instituto do Estrangeiro Russo durante uma discussão sobre o tema.

Na opinião do especialista, as forças de segurança ucranianas, exceto os "batalhões punitivos", não estão muito ansiosas por atacar.

Enquanto isso, Poroshenko tenta aumentar sua popularidade através de declarações de caráter bélico, explicou.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que tinham proclamado a independência após o golpe de Estado que abalou a Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os dados da ONU mais recentes, o conflito já levou mais de 10 mil vidas.

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