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Trump não precisa de autorização do Congresso para declarar guerra ao Irã, diz analista

Donald Trump pode não precisar do aval do Congresso para declarar guerra contra o Irã, algo que seus conselheiros "vêm construindo discretamente" um caso em meio a sanções crescentes, informa Jonathan Allen, da NBC News.
Sputnik

O articulista afirma que os principais elementos do plano incluem ligar a al-Qaeda ao Irã para retratar a República Islâmica como uma ameaça terrorista aos EUA, "o que é exatamente o que as autoridades do governo vêm fazendo nas últimas semanas".

"Isso poderia dar a Trump a justificativa que ele precisa para combater o Irã sob a resolução de uso de força de 2001, sem aprovação do Congresso", Allen argumenta, acrescentando que o Congresso dificilmente concederá ao presidente americano "nova autoridade para atacar o Irã nas circunstâncias atuais ”.

Os comentários do autor vêm depois que o New York Times citou vários altos funcionários norte-americanos não identificados dizendo que “[o presidente Donald] Trump foi firme em dizer que…

Poroshenko abriria fogo em Donbass só com 'aceno' de Washington, diz analista

É pouco provável que haja um agravamento da situação em Donbass depois da diretiva do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de abrir fogo, pois para isso é necessário um "aceno" por parte de Washington, acredita um especialista consultado pela Sputnik.


Sputnik

Mais cedo, o líder do país assistiu às manobras militares Chistoe Nebo (Céu Limpo, em russo) na região de Khmelnitsky e ordenou às forças de segurança para abrirem fogo caso isso seja necessário para "salvar vidas humanas", acrescentando que era preciso "proteger cada militar ucraniano".


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko (foto de arquivo)
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"É uma retórica pré-eleitoral por parte dele. Não haverá agravamento nenhum sem um aceno dos patronos de Washington, enquanto eles, como já repararam, não estão dispostos a isso. Não haverá nenhuma ofensiva real. Incidentes, talvez", disse Sergei Panteleev, diretor do Instituto do Estrangeiro Russo durante uma discussão sobre o tema.

Na opinião do especialista, as forças de segurança ucranianas, exceto os "batalhões punitivos", não estão muito ansiosas por atacar.

Enquanto isso, Poroshenko tenta aumentar sua popularidade através de declarações de caráter bélico, explicou.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que tinham proclamado a independência após o golpe de Estado que abalou a Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os dados da ONU mais recentes, o conflito já levou mais de 10 mil vidas.

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