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'Temos armas hipersônicas': Rússia dará resposta à saída dos EUA do Tratado INF, diz Putin

A Rússia não deixará a decisão dos Estados Unidos de retirar-se unilateralmente do tratado de armas nucleares sem resposta, garantiu o presidente russo Vladimir Putin, acrescentando que o país não precisa se unir a outra corrida armamentista.
Sputnik

Moscou ainda está pronta para continuar dialogando com Washington sobre o tratado bilateral que proíbe os mísseis de médio alcance, que se tornou uma das pedras angulares do desarmamento nuclear, disse o líder russo em uma reunião do governo em Sochi. Ainda assim, os EUA devem "tratar esta questão com total responsabilidade", disse o presidente, acrescentando que a decisão de Washington de retirar-se do acordo "não pode e não ficará sem resposta".


Estas não são ameaças vazias, advertiu Putin. Ele disse que a Rússia já havia advertido os EUA contra a saída do tratado ABM que regulamenta os sistemas de mísseis e avisou Washington sobre possíveis retaliações. "Agora, temos armas hipersônicas capazes de penetrar qualquer…

Poroshenko abriria fogo em Donbass só com 'aceno' de Washington, diz analista

É pouco provável que haja um agravamento da situação em Donbass depois da diretiva do presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, de abrir fogo, pois para isso é necessário um "aceno" por parte de Washington, acredita um especialista consultado pela Sputnik.


Sputnik

Mais cedo, o líder do país assistiu às manobras militares Chistoe Nebo (Céu Limpo, em russo) na região de Khmelnitsky e ordenou às forças de segurança para abrirem fogo caso isso seja necessário para "salvar vidas humanas", acrescentando que era preciso "proteger cada militar ucraniano".


Presidente ucraniano Pyotr Poroshenko (foto de arquivo)
Pyotr Poroshenko © AFP 2018 / PATRIK STOLLARZ

"É uma retórica pré-eleitoral por parte dele. Não haverá agravamento nenhum sem um aceno dos patronos de Washington, enquanto eles, como já repararam, não estão dispostos a isso. Não haverá nenhuma ofensiva real. Incidentes, talvez", disse Sergei Panteleev, diretor do Instituto do Estrangeiro Russo durante uma discussão sobre o tema.

Na opinião do especialista, as forças de segurança ucranianas, exceto os "batalhões punitivos", não estão muito ansiosas por atacar.

Enquanto isso, Poroshenko tenta aumentar sua popularidade através de declarações de caráter bélico, explicou.

Em abril de 2014, as autoridades ucranianas começaram uma operação militar contra as repúblicas autoproclamadas de Lugansk e Donetsk, que tinham proclamado a independência após o golpe de Estado que abalou a Ucrânia em fevereiro de 2014. Segundo os dados da ONU mais recentes, o conflito já levou mais de 10 mil vidas.

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