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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Que chances de sobreviver terá frota dos EUA se tentar bloquear Rússia?

Em caso de uma tentativa de bloqueio naval da Rússia, a probabilidade de que os porta-aviões norte-americanos que participem dessa operação sejam afundados será de 88%.


Sputnik

Foi este o cenário traçado pelo portal Voltairenet.org. De acordo com a publicação, Moscou já não teme um ataque dos EUA. Na Síria, a Rússia já demonstrou a supremacia de seu armamento terrestre, podendo fazer frente com eficácia à tentativa de introdução de um bloqueio naval, apontou.

Porta-aviões Ronald Reagan dos EUA perto da península da Coreia
Porta-aviões norte-americano USS Ronald Reagan | CC BY 2.0 / Frota do Pacífico dos EUA

O portal indicou que nos mares Negro e Mediterrâneo tal bloqueio é impossível, já que os novíssimos mísseis hipersônicos russos Kinzhal e Tsirkon são capazes de neutralizar o agrupamento naval dos EUA posicionado no estreito de Gibraltar. Contudo, a situação não será a favor dos EUA se eles tentarem bloquear a Rússia a partir do norte.

"Poderiam os EUA, apoiados pela OTAN, impor um bloqueio naval contra a Rússia no Atlântico e nas regiões do Báltico e do Ártico?", indagou o autor da publicação, respondendo que tal é pouco provável. De acordo com ele, os porta-aviões não poderiam passar pelas águas do Ártico devido ao risco de ficarem presos no gelo. Além disso, as forças dos EUA não terão chances em outras direções setentrionais, acrescentou.

"A Rússia pode atacar com mísseis hipersônicos os navios de superfície da força naval que executariam o bloqueio logo que estes entrem no estreito de Skagerrak, que liga os mares do Norte e Báltico. Além disso, os submarinos nucleares russos, armados com mísseis hipersônicos, são capazes de atacar o grupo naval dos EUA quanto este estiver a 1.000 km do litoral leste do oceano Atlântico, ao sul da Islândia", assinalou.

"Os russos podem também lançar mísseis transportados por bombardeiros de longo alcance Tu-160 e Tu-23M3, caso o grupo naval dos EUA atinja o sul da Groenlândia. Para evitar serem interceptados, a trajetória dos aviões iria passar através do Polo Norte", lê-se na publicação.

Outra questão colocada pelo autor da matéria trata das chances de sobrevivência do grupo naval dos EUA.

"O tempo de reação do Pentágono em caso de ataque com mísseis hipersônicos é muito longo devido à alta velocidade desses mísseis, que rapidamente ficarão na zona de alcance dos sistemas de defesa antiaérea. A probabilidade de eliminação de um porta-aviões por dois tipos de mísseis hipersônicos corresponde a 88%. Quer dizer que de 100 mísseis hipersônicos lançados, 88 romperão a defesa e atingirão os alvos. 
Se forem lançados 11 mísseis hipersônicos russos contra 11 porta-aviões dos EUA, somente 1,3 míssil não irá atingir o alvo. Ou seja, o Pentágono ficará com apenas dois porta-aviões, inclusive com um danificado, depois da primeira salva de mísseis hipersônicos russos. Para a frota dos EUA isso seria uma catástrofe", ressaltou o portal.

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