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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Resposta do Irã ao atentado em Ahvaz 'é um sinal para todos os adversários na região'

A mídia informou nesta segunda-feira (1) que o Irã disparou mísseis contra as posições dos organizadores do ataque terrorista na cidade de Ahvaz e suas instalações na margem leste do rio Eufrates, na Síria. Cientista político russo explica que objetivos perseguiu Teerã com a represália.


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Segundo relatos, o ataque resultou em grande número de mortos e feridos entre os terroristas.

Lançamento de mísseis iranianos desde a cidade Kermanshah contra terroristas na margem leste do rio Eufrates na Síria, 1º de outubro de 2018
Lançamento de mísseis iranianos © AP Photo / Sepahnews

Em 22 de setembro, atiradores desconhecidos abriram fogo contra um desfile militar na cidade iraniana de Ahvaz, deixando 28 mortos, entre estes 12 membros do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, e mais de 60 feridos.

A responsabilidade pelo atentado foi assumida pelo Movimento Democrático Patriótico Árabe de Ahvaz (Al-Ahvazia), ligado à Arábia Saudita.

O cientista político Nikita Smagin, especialista do Conselho Russo para Assuntos Internacionais, comentou a situação para o serviço russo da Rádio Sputnik.

Para o analista, a resposta do Irã ao atentado era previsível e lógica.

"Por um lado, o Irã está resolvendo as tarefas de sua política interna, ou seja, mostra à população que responde ao ataque. Por outro lado, mostra ao mundo que está pronto a responder a tais golpes. Finalmente, o Irã lembra que tem potencial de mísseis e isso é um sinal para todos os seus adversários na região", opinou Smagin.

O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, acusou os países da região "apoiados pelos EUA" de serem responsáveis pelo ataque terrorista na cidade de Ahvaz.

O chanceler iraniano, Javad Zarif, também acusou os "patrocinadores regionais do terrorismo e seus senhores norte-americanos" de terem organizado o ataque.

As Forças Armadas iranianas acreditam que os atacantes estejam ligados aos EUA e Israel. A Arábia saudita nega ter estado envolvida no atentado.

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