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Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

Reveladas IMAGENS do incidente entre destróier dos EUA e navio de guerra chinês

No portal náutico GCaptain foram publicadas imagens do incidente entre o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang que teve lugar no mar do Sul da China em 30 de setembro.


Sputnik

As imagens, a que o portal GCaptain teve acesso através da Marinha norte-americana, mostram o Luyang se aproximando perigosamente do USS Decatur até ficar a 41 metros de distância.

Destróier USS Decatur e navio de guerra chinês Luyang no mar do Sul da China, em 30 de setembro de 2018
USS Decatur e navio chinês Luyang no Mar do Sul da China © Foto : U.S. Navy

O navio chinês é a embarcação da esquerda na imagem e no lado direito está o destroier norte-americano.

A Marinha dos EUA confirmou que o incidente tinha acontecido nas águas disputadas pelo gigante asiático no mar do Sul da China. Os norte-americanos acusaram a China de efetuar "uma manobra nada profissional e arriscada" e de ter estado perto de colidir com o USS Decatur, que naquele momento se encontrava na área dos recifes de Gaven nas ilhas Spratly.

A China denuncia que o USS Decatur entrou nas águas chinesas sem permissão e que, portanto, a manobra do Luyang, que pretendia obrigar o destróier dos EUA a abandonar as águas, era justificada.

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