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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Reveladas IMAGENS do incidente entre destróier dos EUA e navio de guerra chinês

No portal náutico GCaptain foram publicadas imagens do incidente entre o destróier USS Decatur e o navio de guerra chinês Luyang que teve lugar no mar do Sul da China em 30 de setembro.


Sputnik

As imagens, a que o portal GCaptain teve acesso através da Marinha norte-americana, mostram o Luyang se aproximando perigosamente do USS Decatur até ficar a 41 metros de distância.

Destróier USS Decatur e navio de guerra chinês Luyang no mar do Sul da China, em 30 de setembro de 2018
USS Decatur e navio chinês Luyang no Mar do Sul da China © Foto : U.S. Navy

O navio chinês é a embarcação da esquerda na imagem e no lado direito está o destroier norte-americano.

A Marinha dos EUA confirmou que o incidente tinha acontecido nas águas disputadas pelo gigante asiático no mar do Sul da China. Os norte-americanos acusaram a China de efetuar "uma manobra nada profissional e arriscada" e de ter estado perto de colidir com o USS Decatur, que naquele momento se encontrava na área dos recifes de Gaven nas ilhas Spratly.

A China denuncia que o USS Decatur entrou nas águas chinesas sem permissão e que, portanto, a manobra do Luyang, que pretendia obrigar o destróier dos EUA a abandonar as águas, era justificada.

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