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Poloneses pedem a Trump ajuda para conseguir indenização da Rússia e Alemanha pela 2ª Guerra

Um auto-proclamado "partido bíblico antiglobalista" pró-EUA e pró-Israel da Polônia, que se autodenomina "Movimento 11 de novembro", criou uma petição no site We the People da Casa Branca pedindo ao presidente Donald Trump ajude a obter "compensação adequada" da Rússia e da Alemanha por danos causados ​​na Segunda Guerra Mundial.
Sputnik

"Os poloneses livres estão apelando para os EUA, o vencedor na Segunda Guerra Mundial e o fiador dos acordos do pós-guerra, para obter ajuda na recuperação das reparações de guerra da Alemanha e da Rússia", diz a petição.


Além de alcançar a "justiça histórica", uma campanha de reparações bem-sucedida desempenharia "um papel fundamental na Polônia, tornando-se um forte aliado dos Estados Unidos diante da ameaça que surge na Europa e na Ásia — um novo Império do Mal".

Falando ao The New American, uma pequena revista de propriedade da John Birch Society, o co-autor e vice-presidente do Movimento 11…

Rússia é colocada em condições difíceis? Analista comenta implantação de sistema Samarkand

O Ministério da Defesa da Rússia vai implantar sistemas de guerra eletrônica Samarkand em 13 unidades militares, segundo divulgou a entidade recentemente.


Sputnik

A implantação dos sistemas será realizada em posições estratégicas, incluindo a região europeia de Kaliningrado, devendo estes ser adotados em serviço até novembro de 2019.



       РФ развернула в Калининграде новые комплексы радиоэлектронной борьбы
Sistemas de guerra eletrônica Samarkand | Reprodução

O analista militar Aleksandr Zhilin comentou essa mediada em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Isso se deve ao fato de que nossos parceiros colocam a Rússia em condições bastante difíceis, considerando, em perspectiva, a retirada dos Estados Unidos do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, assim como a aproximação máxima dos sistemas de ataque dos EUA implantados na Europa Oriental às nossas fronteiras", salientou Zhilin.

Ele acrescentou que "não podemos trabalhar da mesma maneira como os norte-americanos, que no planejamento não levam em consideração a segurança e as perspectivas dos civis".

"Estamos posicionando os sistemas de guerra eletrônica para dificultar as ações do inimigo e até o último momento tentar evitar a fase de guerra sem colocar as pessoas em risco letal, inclusive nos países da Europa Oriental, sob cuja cobertura os norte-americanos implantam seus sistemas de ataque", concluiu o analista.

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