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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Rússia é colocada em condições difíceis? Analista comenta implantação de sistema Samarkand

O Ministério da Defesa da Rússia vai implantar sistemas de guerra eletrônica Samarkand em 13 unidades militares, segundo divulgou a entidade recentemente.


Sputnik

A implantação dos sistemas será realizada em posições estratégicas, incluindo a região europeia de Kaliningrado, devendo estes ser adotados em serviço até novembro de 2019.



       РФ развернула в Калининграде новые комплексы радиоэлектронной борьбы
Sistemas de guerra eletrônica Samarkand | Reprodução

O analista militar Aleksandr Zhilin comentou essa mediada em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Isso se deve ao fato de que nossos parceiros colocam a Rússia em condições bastante difíceis, considerando, em perspectiva, a retirada dos Estados Unidos do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, assim como a aproximação máxima dos sistemas de ataque dos EUA implantados na Europa Oriental às nossas fronteiras", salientou Zhilin.

Ele acrescentou que "não podemos trabalhar da mesma maneira como os norte-americanos, que no planejamento não levam em consideração a segurança e as perspectivas dos civis".

"Estamos posicionando os sistemas de guerra eletrônica para dificultar as ações do inimigo e até o último momento tentar evitar a fase de guerra sem colocar as pessoas em risco letal, inclusive nos países da Europa Oriental, sob cuja cobertura os norte-americanos implantam seus sistemas de ataque", concluiu o analista.

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