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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Rússia é colocada em condições difíceis? Analista comenta implantação de sistema Samarkand

O Ministério da Defesa da Rússia vai implantar sistemas de guerra eletrônica Samarkand em 13 unidades militares, segundo divulgou a entidade recentemente.


Sputnik

A implantação dos sistemas será realizada em posições estratégicas, incluindo a região europeia de Kaliningrado, devendo estes ser adotados em serviço até novembro de 2019.



       РФ развернула в Калининграде новые комплексы радиоэлектронной борьбы
Sistemas de guerra eletrônica Samarkand | Reprodução

O analista militar Aleksandr Zhilin comentou essa mediada em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik.

"Isso se deve ao fato de que nossos parceiros colocam a Rússia em condições bastante difíceis, considerando, em perspectiva, a retirada dos Estados Unidos do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, assim como a aproximação máxima dos sistemas de ataque dos EUA implantados na Europa Oriental às nossas fronteiras", salientou Zhilin.

Ele acrescentou que "não podemos trabalhar da mesma maneira como os norte-americanos, que no planejamento não levam em consideração a segurança e as perspectivas dos civis".

"Estamos posicionando os sistemas de guerra eletrônica para dificultar as ações do inimigo e até o último momento tentar evitar a fase de guerra sem colocar as pessoas em risco letal, inclusive nos países da Europa Oriental, sob cuja cobertura os norte-americanos implantam seus sistemas de ataque", concluiu o analista.

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