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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Seul, Pyongyang e Comando da ONU abordam desarmamento de zona de segurança

Coreia do Sul, Coreia do Norte e o Comando das Nações Unidas na Coreia (UNC), liderado pelos Estados Unidos, se reuniram nesta terça-feira pela primeira vez para abordar o desarmamento na Área de Segurança Conjunta (JSA) em cumprimento do recente acordo militar assinado pelos dois países vizinhos.


EFE

Seul - A reunião ocorreu na própria JSA e foi organizada pelo coronel sul-coreano Cho Yong-geun, o coronel norte-coreano Om Chang-nam e o coronel americano Burke Hamilton, secretário do UNC na Comissão do Armistício (que supervisiona o cessar-fogo entre os participantes da Guerra da Coreia), segundo explicou o Ministério de Defesa sul-coreano em comunicado.


Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap
Zona desmilitarizada (DMZ) na fronteira das Coreias em foto de julho de 2018. EFE/ Yonhap

Os representantes de Seul e Pyongyang decidiram estabelecer áreas desarmadas na JSA para diminuir a tensão no acordo militar assinado em setembro, o maior pacto de Defesa assinado por ambos os países desde que a península se dividiu, em 1945.

Ambas as partes abordaram medidas "como a retirada de armas de fogo e postos de guarda, a redução de pessoal de guarda e o reajuste das equipes de vigilância", explicou um comunicado, sem mais detalhes.

"Foi decidido proceder com os movimentos para as medidas de desarmamento e verificação mútua através do órgão consultivo trilateral (a Comissão do Armisticio)", acrescenta o texto.

A Coreia do Sul tinha previsto recuar quatro postos de guarda e a Coreia do Norte cinco, enquanto cada país mobilizaria 35 soldados desarmados ao norte e sul da linha de demarcação militar que divide em duas a JSA, segundo a imprensa local.

Como parte da implementação do acordo de setembro, Coreia do Sul e Coreia do Norte iniciaram em 1º de outubro trabalhos conjuntos para retirarem minas da Zona Desmilitarizada (ZDC) que as divide, operações cujos resultados também foram analisados na reunião.

A presença do Comando da ONU na reunião se deve ao fato de que a agência tem jurisdição sobre a JSA, estabelecida após a Guerra da Coreia (1950-1953), que terminou com um armistício assinado pelo exército norte-coreano, China e EUA, em nome do UNC e que nunca foi substituído por um tratado de paz definitivo.

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