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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Sobe para 68 o número de mortos em ataque do EI contra curdos na Síria

Pelo menos 68 combatentes das Forças da Síria Democrática (FSD), milícias lideradas por curdos, morreram nas últimas horas deste sábado em uma série de ataques coordenados do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) contra populações no nordeste da Síria, informou neste sábado o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).


EFE

Cairo - O diretor do Observatório, Rami Abdul Rahman, disse à Agência Efe por telefone que também há por volta de uma centena de feridos no ataque e, além disso, os jihadistas sequestraram pelo menos 20 milicianos das FSD, grupo que conta com apoio da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


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Reprodução

"O número de mortos e feridos está aumentando. Chegaram a 68 os mortos e a 100 os feridos em graves ofensivas realizadas pelo Daesh (acrônimo árabe para Estado Islâmico) nas quais participaram combatentes mulheres e crianças", disse Abdul Rahman.

Entre as fileiras jihadistas pelo menos 24 combatentes morreram, mas o número de mortos pode aumentar porque os combates ainda estão acontecendo neste momento e pela existência de feridos graves em ambos os lados, segundo o OSDH.

A ofensiva jihadista foi lançada na noite de sexta-feira e se estendeu até hoje nas localidades da As Susa, Baguz e Hayin, todas situadas na província de Deir ez Zor, a leste do rio Eufrates, perto da fronteira com o Iraque.

O alvo do ataque foram as bases das FSD e de outras forças que chegaram recentemente como reforço, para a ofensiva "Tempestade de Al Jazira" que estas milícias desenvolvem contra o EI.

Os jihadistas atacaram com cerca de 200 combatentes, inclusive mulheres usadas como franco-atiradores e crianças, conhecidas como "filhotes do califado", acrescentou o OSDH.

O EI reconquistou as populações de As Susa e Baguz depois de forçar às FSD a recuarem pela violência da ofensiva.

As Forças de Defesa Civil, que integram as FSD, tiveram que se retirar de suas posições na fronteira sírio-iraquiana, segundo a mesma fonte.

Os jihadistas confiscaram vários veículos e grande quantidade de armas deixadas pelas milícias curdas em sua retirada.

Além disso, o OSDH afirmou que os aviões da coalizão internacional não ofereceram apoio às FSD para tentar conter esta ofensiva, mas enviaram 15 veículos blindados.

As FSD lançaram a última fase de sua ofensiva contra os jihadistas em 11 de setembro, depois de semanas de bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Essas milícias curdas foram responsáveis no ano passado por expulsar os terroristas de Al Raqqa, a antiga capital 'de fato' do califado proclamado pelo EI.

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