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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

'Theresa May quer convencer britânicos de que Argentina planeja tomar militarmente Malvinas'

O Reino Unido está realizando exercícios militares nas Ilhas Malvinas desde o dia 15 até 29 de outubro. Mesmo que as manobras sejam rotineiras, estão gerando rumores internacionais devido à instabilidade política que vem enfrentando.


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Segundo o ex-general das forças terrestres britânicas durante a guerra das Malvinas, Julian Thompson, "é improvável que Jeremy Corbyn utilize a força militar para defender as ilhas", declaração que foi publicada pelo Portal Express.


Soldados britânicos nas Malvinas
Militares britânicos nas Malvinas © Foto : Ministério da Defesa do Reino Unido

De acordo com as palavras expressas pelo coronel aposentado Omar Locatelli, que é analista em temas de defesa e segurança, à Sputnik Mundo, "não há qualquer desejo de nossa parte", sobre uma eventual ação de recuperação das ilhas. Além disso, ele cita que esses exercícios fazem parte de uma modernização de defesa antiaérea e para elevar as habilidades de ataque e defesa para combater um eventual ataque, sendo algo normal e que todas as forças armadas fazem isso, inclusive as Forças Armadas da Argentina.

Após a guerra de 1982, a Argentina perdeu sua credibilidade como potência militar e até hoje não conseguiu recuperar prestígio, Locatelli, por sua vez, ressaltou que o governo do presidente Maurício Macri "tem a ideia de solucionar esse assunto através da evolução diplomática e econômica".

Locatelli conclui que as manobras realizadas pelos militares britânicos seriam apenas para "justificar ou manter o nível orçamental e atividade de suas Forças Armadas em um momento difícil que estão passando com a saída do Brexit, além de suas Forças Armadas estarem se degradando, assim como tantas outras na atualidade".

Já a secretária do Centro de Militares para a Democracia da Argentina, Elsa Bruzzone, afirmou à Sputnik que "está muito preocupada com relação ao assunto, pois as Malvinas são sempre uma desculpa para descomprimir o interior do país e tratar de deixar os problemas existentes, principalmente com a saída da União Europeia".

Além disso, Elsa expressou preocupação com a "declaração da primeira-ministra, pois ela deseja convencer os britânicos de que a Argentina planeja invadir e tomar as ilhas, ou seja, é o mesmo que dizer que estamos planejando uma nova guerra no Atlântico Sul e que precisamos elevar os gastos com defesa".

Elsa afirma que "há uma ferida aberta nas Malvinas argentinas, isso está em nosso coração, em nossas almas e em nossas consciências. É parte de nossa pátria e sabemos que um dia nós vamos recuperá-las, mas não através de uma guerra", citando que a Argentina de maneira alguma pensa ou pensou em uma guerra, pelo contrário, o país vem cumprindo com todas suas obrigações, informando cada movimento que realiza dentro ou em torno das Malvinas, seguindo o acordo realizado com o Reino Unido, não havendo qualquer irregularidade, enfrentamento, espionagem ou qualquer ato ofensivo.

Qualquer decisão que for tomada sobre as Malvinas, será resolvida de maneira diplomática, através de acordos, visando o interesse de ambos os países, mas de modo algum será através de guerra.

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