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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

'Toque para despertar': general norte-americano admite supremacia do armamento russo

O novíssimo armamento russo ultrapassa a maioria dos sistemas análogos norte-americanos, afirmou o chefe do comando do exército dos EUA para desenvolvimentos perspectivos, general John M. Murray, escreveu a edição Business Insider.


Sputnik
De acordo com ela, o Pentágono realizou uma investigação dedicada aos desenvolvimentos militares russos da próxima geração. Os resultados obtidos viraram para os norte-americanos "um toque de despertar".

Soldado do exército dos EUA com binóculo
Militar norte-americano © flickr.com / Justin Connaher

O general destacou os sistemas de artilharia e o alcance dos novos mísseis. No primeiro caso, John Murray enfatizou a combinação da artilharia com drones, empregados para pontaria e correção de tiro. Quanto ao segundo aspecto, o general se impressionou com o alcance dos novos mísseis que são capazes de eliminar facilmente os aviões de apoio longe da linha da frente, bem como limitar eficazmente o acesso ao espaço aéreo do país, escreveu a edição.

Como resultado, foi repensada a estratégia de defesa nacional dos EUA, que passou a se focar em um confronto hipotético com países que têm um poderio similar, como a Rússia e a China, enquanto nos anos anteriores a atenção era dada a operações locais contra inimigos mais fracos.

Tal desequilíbrio, de acordo com a matéria, fez com que os EUA tenham "passado o tempo dormindo" enquanto as outras potências deram um salto tecnológico.

Como resposta, Murray apontou para o programa de criação da nova peça de artilharia ERCA. Os últimos testes demonstraram que a arma é capaz de atingir alvos a uma distância de 62 km. Enquanto isso, a edição Russkoe Oruzhie assinalou que, por enquanto, a Rússia continua ultrapassando os EUA em termos do alcance de tiro e em quantidade de canhões. Por exemplo, o obuseiro autopropulsado de 152 mm Koalitsiya é capaz de disparar com alcance de até 70 km.

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