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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

'Toque para despertar': general norte-americano admite supremacia do armamento russo

O novíssimo armamento russo ultrapassa a maioria dos sistemas análogos norte-americanos, afirmou o chefe do comando do exército dos EUA para desenvolvimentos perspectivos, general John M. Murray, escreveu a edição Business Insider.


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De acordo com ela, o Pentágono realizou uma investigação dedicada aos desenvolvimentos militares russos da próxima geração. Os resultados obtidos viraram para os norte-americanos "um toque de despertar".

Soldado do exército dos EUA com binóculo
Militar norte-americano © flickr.com / Justin Connaher

O general destacou os sistemas de artilharia e o alcance dos novos mísseis. No primeiro caso, John Murray enfatizou a combinação da artilharia com drones, empregados para pontaria e correção de tiro. Quanto ao segundo aspecto, o general se impressionou com o alcance dos novos mísseis que são capazes de eliminar facilmente os aviões de apoio longe da linha da frente, bem como limitar eficazmente o acesso ao espaço aéreo do país, escreveu a edição.

Como resultado, foi repensada a estratégia de defesa nacional dos EUA, que passou a se focar em um confronto hipotético com países que têm um poderio similar, como a Rússia e a China, enquanto nos anos anteriores a atenção era dada a operações locais contra inimigos mais fracos.

Tal desequilíbrio, de acordo com a matéria, fez com que os EUA tenham "passado o tempo dormindo" enquanto as outras potências deram um salto tecnológico.

Como resposta, Murray apontou para o programa de criação da nova peça de artilharia ERCA. Os últimos testes demonstraram que a arma é capaz de atingir alvos a uma distância de 62 km. Enquanto isso, a edição Russkoe Oruzhie assinalou que, por enquanto, a Rússia continua ultrapassando os EUA em termos do alcance de tiro e em quantidade de canhões. Por exemplo, o obuseiro autopropulsado de 152 mm Koalitsiya é capaz de disparar com alcance de até 70 km.

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