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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Três países africanos somam esforços contra o terrorismo

Os governos de Benin, Níger, Togo e Burkina Faso integraram uma frente comum para combater as ações terroristas, informou hoje uma publicação regional.


Prensa Latina

Ouagadougou - Os exércitos desses três países realizarão ações marcadas contra esse flagelo, sobretudo na parte oriental do território burkinabé, segundo uma declaração conjunta de seus ministros de Segurança e Assuntos Exteriores, citada pela Agência Panafricana de Notícias.


Um encontro dos titulares nesta capital debateu sobre o tema antes de subscrever um acordo 'sob o impulso dos chefes de Estado para desenvolver cooperações em matéria de informação e pôr fim ao terrorismo' sublinhou o chanceler de Burkina Faso, Alpha Barry.

Esta última nação, cuja região oriental de amplos bosques é fronteiriça com Níger, Benin e Togo, desde o início de 2015 palco de ataques terroristas, depois de permanecer durante muitos anos alheia a esse tipo de ações violentas.

'Burkina Faso está na zona tampão, isto é, a zona saheliana e a costeira ou a florestal. Se o país é atingido pelo terrorismo, toda África ocidental também será afetada', advertiu Barry.

O ministro beninés do Interior, Sacca Lafia, por sua vez, explicou como o terrorismo prolifera na sub região do Sahel, particularmente no leste de Burkina Faso.

A maioria dos Estados dessa área africana enfrentam o perigo de grupos terroristas infiltrados em países vizinhos como Mali e Nigéria.

Os governos de Burkina Faso, Chade, Malí, Mauritania e Níger enfrentam a ação dessas organizações integrados ao chamado grupo G5-Sahel, mediante acordos mútuos para o emprego de tropas, meios e recursos.

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