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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Três países africanos somam esforços contra o terrorismo

Os governos de Benin, Níger, Togo e Burkina Faso integraram uma frente comum para combater as ações terroristas, informou hoje uma publicação regional.


Prensa Latina

Ouagadougou - Os exércitos desses três países realizarão ações marcadas contra esse flagelo, sobretudo na parte oriental do território burkinabé, segundo uma declaração conjunta de seus ministros de Segurança e Assuntos Exteriores, citada pela Agência Panafricana de Notícias.


Um encontro dos titulares nesta capital debateu sobre o tema antes de subscrever um acordo 'sob o impulso dos chefes de Estado para desenvolver cooperações em matéria de informação e pôr fim ao terrorismo' sublinhou o chanceler de Burkina Faso, Alpha Barry.

Esta última nação, cuja região oriental de amplos bosques é fronteiriça com Níger, Benin e Togo, desde o início de 2015 palco de ataques terroristas, depois de permanecer durante muitos anos alheia a esse tipo de ações violentas.

'Burkina Faso está na zona tampão, isto é, a zona saheliana e a costeira ou a florestal. Se o país é atingido pelo terrorismo, toda África ocidental também será afetada', advertiu Barry.

O ministro beninés do Interior, Sacca Lafia, por sua vez, explicou como o terrorismo prolifera na sub região do Sahel, particularmente no leste de Burkina Faso.

A maioria dos Estados dessa área africana enfrentam o perigo de grupos terroristas infiltrados em países vizinhos como Mali e Nigéria.

Os governos de Burkina Faso, Chade, Malí, Mauritania e Níger enfrentam a ação dessas organizações integrados ao chamado grupo G5-Sahel, mediante acordos mútuos para o emprego de tropas, meios e recursos.

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