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Irã desloca sistema russo de defesa S-300 para a costa do golfo Pérsico (VÍDEO)

Uma coluna de caminhões iranianos transportando vários sistemas anti-aéreos russos S-300 Favorit para a costa do golfo Pérsico foi capturada em vídeo por um motorista e postada no YouTube.
Sputnik

O vídeo mostra como caminhões transportam partes dos sistemas antiaéreos e coincide com a escalada de tensão entre os Estados Unidos e o Irã com o envio de um grupo de combate naval dos EUA para a costa iranianas, relata Alarabiya.


Segundo o jornal russo Rossiyiskaya Gazeta, o envio dessas unidades do S-300 para a costa persa responde à crescente presença militar e naval dos Estados Unidos. O artigo também explica que as unidades não viajam sozinhas por via terrestre e fazem isso em caminhões para preservar sua vida útil e garantir a segurança durante a viagem.

Em 13 de maio, o comandante das Forças Aeroespaciais da Guarda Revolucionária Islâmica, Amir Ali Hajizadé, assegurou que o país persa estava pronto para atacar os Estados Unidos devido à presença do referido grupo naval na região.

Hajizadé…

Vard Promar na disputa pelas corvetas da Marinha

Com apenas dois meses de trabalho garantidos, o Vard Promar agora tem mais chances de continuar funcionando. É que o estaleiro, situado no Complexo de Suape, está entre os finalistas do edital que vai licitar a construção de quatro corvetas para a Marinha. 


Portos e Navios

O resultado da licitação, porém, só sai em dezembro, quando o Vard deve entregar o último navio da Transpetro. Por isso, mesmo que ganhe o certame, o estaleiro pode demitir parte dos seus 500 funcionários em 2019.

Estaleiro Vard Promar

Além do Vard, outros três consórcios estão na fase final do certame, avaliado em US$ 1,6 bilhão. “Mas nós estamos confiantes por uma série de razões. A primeira delas é o fato de que nós somos a única empresa com estaleiro no Brasil”, afirmou o vice-presidente sênior do Vard Promar, Guilherme Coelho, explicando que os outros finalistas são encabeçados por empresas estrangeiras que fizeram parceria com estaleiros da Bahia, São Paulo e Santa Catarina para poder construir os navios em território brasileiro, como exige o edital.

“Além disso, nós entregamos a única proposta de propriedade da Marinha. Os outros querem construir as corvetas com projetos próprios. Já nossa ideia é usar o projeto da Marinha e desenvolver apenas a tecnologia dos sistemas de combate”, acrescentou Coelho, pontuando que essa tecnologia será transferida para a Marinha para facilitar a manutenção futura dos navios.

Outro fator que pesa a favor do Vard, segundo Coelho, é o fato de estaleiro já ter construído embarcações de alta complexidade. Afinal, para a Marinha, as corvetas se distinguem dos demais navios escolta pela “versatilidade, capacidade de detecção, mobilidade e autonomia para a patrulha de extensas áreas marítimas na defesa dos interesses econômicos nacionais”.

O vencedor da licitação, porém, só deve sair em dezembro, o que estende para 2019 ou até 2020 o início da construção das corvetas. Por isso, o Vard admite que deve efetuar demissões mesmo se vencer o edital da Marinha. “A questão é quanto vamos reduzir e quando vamos recontratar esse pessoal”, pontuou o executivo, lembrando, porém, que essa licitação será muito importante para a manutenção da mão de obra do Vard. Afinal, as corvetas são a esperança mais factível de sobrevivência do estaleiro e podem garantir trabalho para o empreendimento por até seis ou oito anos.

Por conta disso, as corvetas foram assunto até da reunião realizada nessa terça-feira (16) pelo Comitê Empresarial da Indústria da Defesa da Fiepe - a primeira após a fábrica suíça de munições Ruag desistir de se instalar em Pernambuco. “Discutimos como nosso parque industrial pode se tornar fornecedor do Ministério da Defesa. E, agora, temos uma oportunidade com a construção desses navios”, explicou o presidente do comitê, José Antonio Simón.

EAS

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) também está buscando novos contratos para poder continuar funcionando, já que só tem encomendas até meados do ano que vem. A esperança do empreendimento, porém, está na iniciativa privada. É que, no mês passado, o EAS assinou um memorando de intenções para a construção de dois navios conteineiros para a empresa Aliança, do grupo Maersk. Agora, o estaleiro busca financiamento com o Credit Suisse para avançar com esse contrato.

Fonte: Folha de Pernambuco

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