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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Vários policiais mortos em combates neste fim de semana no Afeganistão

Ao menos 10 polícias morreram em confrontos com combatentes talibãs no fim de semana na província de Wardak, no centro do Afeganistão, informaram hoje fonte locais.


Prensa Latina 
Kabul - Os insurgentes também destruíram novos postos de controle no meio de combates para arrebatar o controle de algumas das principais artérias da região, assinalou Abdul Rahman Mangal, porta-voz do escritório do governador de Wardak.


No sábado, os talibãs incendiaram um edifício governamental no distrito de Sayeed Abad e mataram o chefe da polícia junto com outros nove agentes, comentou Mangal citado pela Rede 1TV.

Também irromperam em várias casas de civis, destruíram postos de controle recém construídos e cortaram a eletricidade em algumas partes da cidade, agregou Mangal.

Enquanto na província de Ghazni, dois meses após uma ofensiva que deixou mais de 100 mortos, também se informaram vários incidentes entre rebeldes e força afegãs.

Nos últimos dias sucederam-se os ataques dos rebeldes contra objetivos das forças de segurança afegãs em zonas de importância estratégica, bem como lugares e trabalhadores envolvidos no processo eleitoral, quando restam sozinho dias para as eleições parlamentares.

De fato, nesta segunda-feira o movimento chamou a boicotar as eleições e por considerá-las 'uma falsidade dirigida pelos Estados Unidos'.

O Afeganistão vive uma longa crise política e social acentuada desde o 2001 com a invasão de Washington e seus aliados da Organização do Atlântico Norte.

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