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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Washington: devemos deixar 'dolorosamente claro' que Irã não igualaria nosso poder militar

Em sua entrevista à revista Foreign Affairs, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, falou sobre o início de uma "campanha de pressão multifacetada" do presidente Donald Trump contra o Irã que, segundo ele, consiste em pressão econômica e dissuasão.


Sputnik

Pompeo deixou claro que, embora Washington não esteja interessada em desencadear um conflito armado com Teerã, continuará exercitando seus músculos militares.


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Secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo | DARREN ORNITZ / REUTERS

"Nós não buscamos uma guerra. Mas devemos deixar dolorosamente claro que a escalada é uma proposta perdida para o Irã; a República Islâmica [do Irã] não pode igualar o poder militar dos EUA, e não temos medo de deixar aos líderes iranianos saberem disso", afirmou Pompeo.

Ele citou Trump dizendo que a pressão de grande escala contra o Irã continuará crescendo se Teerã "não cumprir os padrões que EUA e seus parceiros e aliados — e o próprio povo iraniano — querem ver".

"Os EUA continuarão sua campanha de pressão até que o Irã demonstre mudanças tangíveis e sustentadas em suas políticas. Se o Irã fizer essas mudanças, a possibilidade de um novo acordo abrangente aumentará", disse Pompeo, em referência ao acordo nuclear iraniano conhecido como o Plano Conjunto de Ação Integral (JCPOA), abandonado pelos EUA em maio de 2018.

Pompeo também sublinhou que Trump quer que os aliados e parceiros dos EUA apoiem as ações de Washington quando se trata de manter a campanha de pressão contra o Irã que, segundo ele, já foi bem recebida pelo presidente francês, Emmanuel Macron, e pela chanceler alemã, Angela Merkel.

"Esse acordo alargado sobre a ameaça iraniana não deixa espaço para os países permanecerem ambivalentes sobre se se devem unir ao esforço global para mudar o comportamento do Irã, um esforço que é grande e está aumentando", revelou Pompeo.

Suas declarações foram feitas depois que o chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif, descreveu as sanções anti-iranianas dos EUA como "total desrespeito pelo estado de direito e pelos direitos humanos de todo um povo".

Mais cedo, ele disse que Teerã acredita que "o mundo chegou à conclusão de que os Estados Unidos precisam abandonar seu vício por sanções".

As tensões entre Teerã e Washington aumentaram após Donald Trump ter anunciado a saída unilateral dos EUA do acordo nuclear iraniano em maio e voltado a introduzir sanções contra o Irã. O primeiro pacote de sanções foi aplicado em 7 de agosto, o segundo, afetando a venda de petróleo e produtos petrolíferos, deverá ser introduzido em 4 de novembro.

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