Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Marinha do Brasil prevê inaugurar estação na Antártica em 2020, oito anos após incêndio

Obra é executada por uma empresa chinesa e, segundo a Marinha, se aproxima do final. Incêndio em 2012 destruiu estação, e dois militares morreram.
Por Guilherme Mazui | G1 — Brasília

Passados sete anos desde o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, a Marinha prevê inaugurar a nova estação em março de 2020.

Executada pela empresa chinesa Ceiec, a obra se aproxima do final, segundo a Marinha, que prevê concluir as obras civis e a instalação de máquinas e mobiliário até 31 de março, iniciando um período de testes do complexo científico até março de 2020. Após os testes, a estação poderá receber militares e pesquisadores.

"A previsão de inauguração é março de 2020, quando os pesquisadores e o Grupo-Base [de militares] deverão ocupar em definitivo as instalações da nova Estação Antártica Comandante Ferraz", informou a Marinha ao G1.

Com investimento de US$ 99,6 milhões, o complexo receberá profissionais que atuam no Programa Antártico Brasileiro (Proantar), criad…

20 civis morrem em ataque aéreo da coalizão internacional na Síria, diz mídia

A coalizão internacional liderada pelos EUA realizou neste sábado (24) ataques aéreos contra a cidade síria de Hajin que resultaram na morte de 20 civis, incluindo nove crianças, comunicou a televisão estatal da Síria.


Sputnik

"Em resultado dos ataques aéreos da coalizão internacional na área do mercado da cidade de Hajin, na província de Deir ez-Zor, morreram cerca de 20 civis, entre eles 9 crianças e oito mulheres, membros da mesma família", informou o canal Ikhbariya.


Caças Rafale da Força Aérea da França se prerarem apoiar a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, 27 de setembro de 2015
Rafale franceses © AP Photo / Exército da França

Na sexta-feira (23), a mídia síria relatou sobre ao menos 10 vítimas após ataques da coalizão a um povoado perto de Hajin.

A coalizão internacional efetua regularmente ataques contra a cidade de Hajin e povoados próximos, na província de Deir ez-Zor, sob pretexto de ajudar as Forças Democráticas da Síria (FDS) a combaterem o Daesh (grupo terrorista proibido a Rússia). A coalizão de mais de 70 países tem conduzido operações antiterroristas no Iraque e na Síria desde 2014. As ações da coalizão na Síria não foram aprovadas por Damasco, nem pela ONU.

A mídia síria relatou muitas vezes sobre vítimas mortais entre os civis e sobre o uso de fósforo branco. As autoridades da Síria pediram que a ONU tomasse medidas e pusesse fim à presença ilegal da coalizão no país árabe.

O Pentágono, por sua vez, afirmou que a coalizão não revela a origem das armas usadas no país árabe, mas diz que estas correspondem às leis internacionais.

Comentários

NOTÍCIAS MAIS LIDAS

Postagens mais visitadas