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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

20 civis morrem em ataque aéreo da coalizão internacional na Síria, diz mídia

A coalizão internacional liderada pelos EUA realizou neste sábado (24) ataques aéreos contra a cidade síria de Hajin que resultaram na morte de 20 civis, incluindo nove crianças, comunicou a televisão estatal da Síria.


Sputnik

"Em resultado dos ataques aéreos da coalizão internacional na área do mercado da cidade de Hajin, na província de Deir ez-Zor, morreram cerca de 20 civis, entre eles 9 crianças e oito mulheres, membros da mesma família", informou o canal Ikhbariya.


Caças Rafale da Força Aérea da França se prerarem apoiar a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, 27 de setembro de 2015
Rafale franceses © AP Photo / Exército da França

Na sexta-feira (23), a mídia síria relatou sobre ao menos 10 vítimas após ataques da coalizão a um povoado perto de Hajin.

A coalizão internacional efetua regularmente ataques contra a cidade de Hajin e povoados próximos, na província de Deir ez-Zor, sob pretexto de ajudar as Forças Democráticas da Síria (FDS) a combaterem o Daesh (grupo terrorista proibido a Rússia). A coalizão de mais de 70 países tem conduzido operações antiterroristas no Iraque e na Síria desde 2014. As ações da coalizão na Síria não foram aprovadas por Damasco, nem pela ONU.

A mídia síria relatou muitas vezes sobre vítimas mortais entre os civis e sobre o uso de fósforo branco. As autoridades da Síria pediram que a ONU tomasse medidas e pusesse fim à presença ilegal da coalizão no país árabe.

O Pentágono, por sua vez, afirmou que a coalizão não revela a origem das armas usadas no país árabe, mas diz que estas correspondem às leis internacionais.

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