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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

20 civis morrem em ataque aéreo da coalizão internacional na Síria, diz mídia

A coalizão internacional liderada pelos EUA realizou neste sábado (24) ataques aéreos contra a cidade síria de Hajin que resultaram na morte de 20 civis, incluindo nove crianças, comunicou a televisão estatal da Síria.


Sputnik

"Em resultado dos ataques aéreos da coalizão internacional na área do mercado da cidade de Hajin, na província de Deir ez-Zor, morreram cerca de 20 civis, entre eles 9 crianças e oito mulheres, membros da mesma família", informou o canal Ikhbariya.


Caças Rafale da Força Aérea da França se prerarem apoiar a coalizão internacional contra o Estado Islâmico, 27 de setembro de 2015
Rafale franceses © AP Photo / Exército da França

Na sexta-feira (23), a mídia síria relatou sobre ao menos 10 vítimas após ataques da coalizão a um povoado perto de Hajin.

A coalizão internacional efetua regularmente ataques contra a cidade de Hajin e povoados próximos, na província de Deir ez-Zor, sob pretexto de ajudar as Forças Democráticas da Síria (FDS) a combaterem o Daesh (grupo terrorista proibido a Rússia). A coalizão de mais de 70 países tem conduzido operações antiterroristas no Iraque e na Síria desde 2014. As ações da coalizão na Síria não foram aprovadas por Damasco, nem pela ONU.

A mídia síria relatou muitas vezes sobre vítimas mortais entre os civis e sobre o uso de fósforo branco. As autoridades da Síria pediram que a ONU tomasse medidas e pusesse fim à presença ilegal da coalizão no país árabe.

O Pentágono, por sua vez, afirmou que a coalizão não revela a origem das armas usadas no país árabe, mas diz que estas correspondem às leis internacionais.

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