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EUA podem dobrar contingente militar na América do Sul, diz chefe da inteligência russa

Os EUA podem aumentar seu contingente militar na América Central e do Sul de 20 mil para 40 mil homens, disse o vice-almirante Igor Kostyukov, chefe do Departamento Central de Inteligência (GRU, sigla em russo), do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Sputnik

"Embora na América Latina não haja ameaça militar direta para a segurança dos EUA, Washington tem uma presença militar significativa [na região]. O Comando Conjunto das Forças Armadas dos EUA implantou na América Central e do Sul um contingente de 20 mil militares. No período de ameaças este pode aumentar para 40 mil militares", explicou Kostyukov.


De acordo com ele, os EUA podem provocar uma "revolução colorida" na Nicarágua e Cuba.

"As tecnologias de 'revolução colorida' testadas na Venezuela podem vir a ser usadas em breve na Nicarágua e em Cuba", disse ele.

Segundo Kostyukov, os EUA estão tentando estabelecer o controle total sobre a América Latina.

"A Administração dos EUA considera…

'Ação descarada': Crimeia comenta detenção de 15 navios pela Ucrânia

A política da Ucrânia de detenção dos navios que entram em portos da Crimeia é uma ação descarada e se assemelha a alguém que dá um tiro no próprio pé, declarou Yuri Gempel, chefe do Comitê do Parlamento da Crimeia para as Relações Interétnicas.


Sputnik

Anteriormente, o Serviço de Guarda de Fronteiras da Ucrânia informou que 15 embarcações foram detidas por "entrada ilegal em portos da Crimeia ocupada". Algumas foram apreendidas, em relação a outras decorrem processos judiciais. A entidade acrescentou que os navios estão nos portos de Berdyansk e Mariupol.


Navios ucranianos em Sevastopol, Crimeia, Rússia
Navios ucranianos em Sevastopol © Sputnik / Aleksei Malgavko

Não foi especificado se há navios russos entre eles. Relata-se que 940 embarcações estão sendo observadas pela guarda de fronteira ucraniana: a maioria presta serviço aos portos da Crimeia.

"Essa política ucraniana se assemelha a alguém que dá um tiro no próprio pé. Nesse contexto eles vão deter todas as embarcações estrangeiras, inclusive as suas, porque as relações comerciais com a Crimeia russa começam a aumentar. Com estas ações eles prejudicam sua própria economia e agravam a situação internacional. Acho que deve ser posto fim a tais ações descaradas em relação à Rússia", disse Gempel à Sputnik.

Segundo ele, neste caso é adequado dizer que o inimigo tem que ser combatido com as suas próprias armas.

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