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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Analista: voos dos EUA perto da Crimeia estão entre as melhores tradições da Guerra Fria

Um avião de patrulha P-8A Poseidon da Marinha dos EUA realizou um voo de reconhecimento no estreito de Kerch, que liga o mar Negro e o mar de Azov, informou previamente a mídia.


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O P-8A Poseidon sobrevoou o estreito de Kerch e a península da Crimeia em 6 de novembro, segundo relatou o serviço de monitoramento Plane Radar em sua conta no Twitter.


Avião de reconhecimento dos EUA P-8A Poseidon
Boeing P-8A Poseidon © Sputnik / Aleksei Kudenko

O cientista político Oleg Glazunov expressou sua opinião, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, sobre esses voos, que remontam à prática adotada na época da Guerra Fria e apenas agravam a situação.

"Se levarmos em conta nossas relações com os Estados Unidos, esses voos, naturalmente, são para fins de reconhecimento. Seu principal objetivo é identificar as unidades de defesa, o nível de proteção e os sistemas de defesa antiaérea. Essa inteligência está entre as melhores tradições da época da Guerra Fria", comentou Glazunov.

Segundo o analista, a política do presidente norte-americano Donald Trump é completamente imprevisível: vai desde a reaproximação com a Rússia até ao confronto completo.

"Isso agrava muito a situação. Nenhum país gosta que tais missões de reconhecimento sejam conduzidas em suas fronteiras, o que geralmente acontece antes de um ataque. Por exemplo, nós não realizamos voos de reconhecimento sobre o território dos Estados Unidos. Somos um país pacífico, mas, dos EUA, podemos esperar qualquer coisa", concluiu.

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