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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Ancara: Participação na OTAN não impede que Turquia tenha bons laços com a Rússia

A adesão da Turquia à OTAN não impedirá o desenvolvimento de um bom relacionamento com a Rússia, disse nesta quinta-feira o presidente da Comissão de Relações Exteriores da Grande Assembléia Nacional da Turquia, Volkan Bozkir.


Sputnik

"A Turquia pode ser membro da OTAN. Nunca estivemos interessados em nossas relações estarem na mesma cesta. A Turquia pode ter excelentes relações com a Rússia e o Irã", disse Bozkir em uma reunião conjunta da Comissão de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação Russa e da Comissão de Relações Exteriores da Grande Assembleia Nacional da Turquia em Moscou.


Uma bandeira turca tremula em frente à bandeira da OTAN
© AFP 2018 / BENOIT DOPPAGNE / BELGA

O oficial apontou que Ancara "pode desejar" se tornar um observador na Organização de Cooperação de Xangai (SCO), além de se juntar a potenciais blocos econômicos na Ásia Central, juntamente com a Rússia.

"Nós nunca permitiremos que nenhuma das nossas relações seja a causa ou o resultado de qualquer ação hostil", acrescentou Bozkir.

As relações russo-turcas voltaram a se desenvolver em 2016, depois de uma crise de 2015 causada pela derrubada de um jato russo Su-24 por um caça turco F-16 na Síria. A questão foi resolvida com um pedido oficial de desculpas emitido por Ancara a Moscou.

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