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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Ataque aéreo da coalizão internacional mata mais de 30 civis na Síria, diz mídia

O canal de televisão sírio comunicou sobre a morte de mais de 30 civis na Síria, em uma aldeia na província de Deir ez-Zor, após ataque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


Sputnik

"A coalizão internacional lançou novos ataques na vila de Al-Sha'afa. Segundo os dados prévios, morreram mais de 30 civis, na sua maioria mulheres e crianças", informou o canal Al-Ikhbariya.


Situação em Deir ez-Zor
Bombardeio a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Alaeddin

O Comando Central dos Estados Unidos (CentCom) ainda não comentou as acusações, enquanto o alegado ataque aconteceu apenas dois dias após a mídia síria ter acusar a coalização internacional de matar pelo menos seis civis na cidade síria de Hajin, na província de Deir ez-Zor.

Anteriormente, em 21 de novembro, a coalizão internacional, encabeçada pelos EUA, atacou o povoado de Hadjin, situado na província de Deir ez-Zor, utilizando substância proibida pelas normas internacionais e causando vítimas civis, segundo comunicou o canal estatal Al-Ikhbariya.

A coalizão liderada pelos EUA atua desde 2014 no Iraque e na Síria com o alegado objetivo de derrotar o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em outros países), o autoproclamado Estado Islâmico. No entanto, as ações na Síria são realizadas sem a autorização das autoridades locais ou do Conselho de Segurança da ONU.

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