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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
Sputnik

Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Ataque aéreo da coalizão internacional mata mais de 30 civis na Síria, diz mídia

O canal de televisão sírio comunicou sobre a morte de mais de 30 civis na Síria, em uma aldeia na província de Deir ez-Zor, após ataque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


Sputnik

"A coalizão internacional lançou novos ataques na vila de Al-Sha'afa. Segundo os dados prévios, morreram mais de 30 civis, na sua maioria mulheres e crianças", informou o canal Al-Ikhbariya.


Situação em Deir ez-Zor
Bombardeio a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Alaeddin

O Comando Central dos Estados Unidos (CentCom) ainda não comentou as acusações, enquanto o alegado ataque aconteceu apenas dois dias após a mídia síria ter acusar a coalização internacional de matar pelo menos seis civis na cidade síria de Hajin, na província de Deir ez-Zor.

Anteriormente, em 21 de novembro, a coalizão internacional, encabeçada pelos EUA, atacou o povoado de Hadjin, situado na província de Deir ez-Zor, utilizando substância proibida pelas normas internacionais e causando vítimas civis, segundo comunicou o canal estatal Al-Ikhbariya.

A coalizão liderada pelos EUA atua desde 2014 no Iraque e na Síria com o alegado objetivo de derrotar o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em outros países), o autoproclamado Estado Islâmico. No entanto, as ações na Síria são realizadas sem a autorização das autoridades locais ou do Conselho de Segurança da ONU.

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