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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Ataque aéreo da coalizão internacional mata mais de 30 civis na Síria, diz mídia

O canal de televisão sírio comunicou sobre a morte de mais de 30 civis na Síria, em uma aldeia na província de Deir ez-Zor, após ataque da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.


Sputnik

"A coalizão internacional lançou novos ataques na vila de Al-Sha'afa. Segundo os dados prévios, morreram mais de 30 civis, na sua maioria mulheres e crianças", informou o canal Al-Ikhbariya.


Situação em Deir ez-Zor
Bombardeio a Deir ez-Zor © Sputnik / Mikhail Alaeddin

O Comando Central dos Estados Unidos (CentCom) ainda não comentou as acusações, enquanto o alegado ataque aconteceu apenas dois dias após a mídia síria ter acusar a coalização internacional de matar pelo menos seis civis na cidade síria de Hajin, na província de Deir ez-Zor.

Anteriormente, em 21 de novembro, a coalizão internacional, encabeçada pelos EUA, atacou o povoado de Hadjin, situado na província de Deir ez-Zor, utilizando substância proibida pelas normas internacionais e causando vítimas civis, segundo comunicou o canal estatal Al-Ikhbariya.

A coalizão liderada pelos EUA atua desde 2014 no Iraque e na Síria com o alegado objetivo de derrotar o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em outros países), o autoproclamado Estado Islâmico. No entanto, as ações na Síria são realizadas sem a autorização das autoridades locais ou do Conselho de Segurança da ONU.

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