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Análise: Brasil poderia se tornar 'vigilante' dos EUA na América Latina

O presidente norte-americano, Donald Trump, referiu a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN. O analista russo Pavel Feldman avaliou a possibilidade de entrada do Brasil na aliança, bem como que papel poderia desempenhar o Brasil no conflito na Venezuela.
Sputnik

Durante a visita oficial do presidente do Brasil Jair Bolsonaro aos EUA, foram discutidos os assuntos internacionais mais importantes, entre eles a cooperação bilateral entre os EUA e o Brasil e a situação na Venezuela.


Uma das declarações mais sensacionais foi a possibilidade de entrada do Brasil na OTAN, referida pelo presidente dos EUA Donald Trump.

O vice-diretor do Instituto de Estudos Estratégicos e Prognósticos da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Pavel Feldman, revelou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik que os EUA são apenas um dos países da OTAN, há outros países cuja opinião deveria ser levada em conta nesse assunto.

Segundo ele, se o Brasil aderir à OTAN ele vai desempenhar o papel de vigilante d…

Caças F-35B adquirirão novas capacidades de reconhecimento e darão adeus aos combates?

Sabe-se que caças norte-americanos F-35B pertencem a um dos projetos mais caros do mundo e que estes aviões já sofreram numerosas falhas técnicas. Apesar disso, engenheiros norte-americanos decidiram aperfeiçoar suas capacidades de reconhecimento.


Sputnik

As Forças Armadas dos EUA testaram, pela primeira vez, a função de controle digital aéreo Link 16 DAC (Digital Air Control) do sistema de autoproteção de veículos aéreos SSDS (Ship Self Defense System) que permite transferir dados de caças F-35B Lightning II de quinta geração para o navio de desembarque universal USS Wasp, comunicou a empresa militar Raytheon.


Caça F-35B
F-35 Lightning II © Foto : Lockheed Martin

Esse sistema dá oportunidade de vigiar alvos e de receber dados sobre o estado do objeto, inclusive sobre seu armamento e nível de combustível que possui em um momento determinado. Entretanto, o caça estadunidense de decolagem curta e aterrissagem vertical F-35B continuará sendo pouco visível para os adversários, pois será suficiente para esse avião efetuar reconhecimento, enquanto outros navios e aeronaves serão responsáveis pelo ataque.

O sistema SSDS é apto para os navios de tipos CVN, LSD, LPD, LHA e LHD (o USS Wasp faz parte da última classe).

O programa do Pentágono, executado pela Lockheed Martin, de criação do F-35 Lightning II acabou sendo o mais caro da história de produção de armamentos, custando cerca de US$ 1,5 trilhão. Mesmo com todo o dinheiro investido, os caças acabaram sendo incorporados nas Forças Armadas com um atraso de sete anos.

Sendo o maior projeto de armas deste tipo e o mais caro do mundo, os caças furtivos americanos têm sofrido inúmeros problemas que fizeram saltar o preço.

Alguns especialistas também temem que os aviões não possam funcionar propriamente devido a deficiências nos sistemas técnicos.

A sequência de falhas vem desde 2014, quando o motor de um F-35 pegou fogo durante a aceleração. Dois anos depois, ocorreram mais dois acidentes, nos quais um F-35A se incendiou no solo e um F-35B em pleno voo, além de outros incidentes menores, mas não menos significativos.

O último acidente que envolveu um F-35B de quinta geração do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA ocorreu no dia 28 de setembro de 2018 quando o avião militar caiu nas proximidades de Beaufort, no estado norte-americano da Carolina do Sul.

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