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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Caças F-35B adquirirão novas capacidades de reconhecimento e darão adeus aos combates?

Sabe-se que caças norte-americanos F-35B pertencem a um dos projetos mais caros do mundo e que estes aviões já sofreram numerosas falhas técnicas. Apesar disso, engenheiros norte-americanos decidiram aperfeiçoar suas capacidades de reconhecimento.


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As Forças Armadas dos EUA testaram, pela primeira vez, a função de controle digital aéreo Link 16 DAC (Digital Air Control) do sistema de autoproteção de veículos aéreos SSDS (Ship Self Defense System) que permite transferir dados de caças F-35B Lightning II de quinta geração para o navio de desembarque universal USS Wasp, comunicou a empresa militar Raytheon.


Caça F-35B
F-35 Lightning II © Foto : Lockheed Martin

Esse sistema dá oportunidade de vigiar alvos e de receber dados sobre o estado do objeto, inclusive sobre seu armamento e nível de combustível que possui em um momento determinado. Entretanto, o caça estadunidense de decolagem curta e aterrissagem vertical F-35B continuará sendo pouco visível para os adversários, pois será suficiente para esse avião efetuar reconhecimento, enquanto outros navios e aeronaves serão responsáveis pelo ataque.

O sistema SSDS é apto para os navios de tipos CVN, LSD, LPD, LHA e LHD (o USS Wasp faz parte da última classe).

O programa do Pentágono, executado pela Lockheed Martin, de criação do F-35 Lightning II acabou sendo o mais caro da história de produção de armamentos, custando cerca de US$ 1,5 trilhão. Mesmo com todo o dinheiro investido, os caças acabaram sendo incorporados nas Forças Armadas com um atraso de sete anos.

Sendo o maior projeto de armas deste tipo e o mais caro do mundo, os caças furtivos americanos têm sofrido inúmeros problemas que fizeram saltar o preço.

Alguns especialistas também temem que os aviões não possam funcionar propriamente devido a deficiências nos sistemas técnicos.

A sequência de falhas vem desde 2014, quando o motor de um F-35 pegou fogo durante a aceleração. Dois anos depois, ocorreram mais dois acidentes, nos quais um F-35A se incendiou no solo e um F-35B em pleno voo, além de outros incidentes menores, mas não menos significativos.

O último acidente que envolveu um F-35B de quinta geração do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA ocorreu no dia 28 de setembro de 2018 quando o avião militar caiu nas proximidades de Beaufort, no estado norte-americano da Carolina do Sul.

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