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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

'Chaves do céu': analista indica por que Índia decidiu comprar mísseis russos

A Rússia ganhou a licitação para fornecer à Índia complexos de mísseis antiaéreos. Segundo indica um especialista militar russo, a Índia é um antigo parceiro técnico-militar da Rússia e o último contrato indica o fortalecimento da cooperação bilateral.


Sputnik

Recentemente, a Rússia ganhou a licitação para fornecer à Índia sistemas de defesa antiaérea no valor de US$ 1,5 bilhão (R$ 5,6 bilhões), revelou uma fonte da indústria militar russa.


Sistema de defesa antiaérea portátil Igla é disparado a partir de um veículo blindado Tigr no âmbito dos exercícios táticos Rubezh 2016
Míssil antiaéreo Igla disparado de cima de um jipe Tigr © Sputnik / Mikhail Voskresenskiy

Em 19 de novembro, o canal de televisão indiano NDTV informou que a Rosoboronexport — empresa estatal russa de exportações e importações de produtos, tecnologias e serviços militares e de defesa — ofereceu as condições mais favoráveis na licitação que a Índia havia aberto para o fornecimento de sistemas antiaéreos portáteis.

Nessa conexão, o especialista militar russo Aleksei Leonkov explicou em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik por que tal escolha da parte indiana não é surpreendente.

"A Índia é um antigo parceiro da Rússia na área de cooperação técnico-militar e, no âmbito do alargamento dessa colaboração, mostra interesse em nossos sistemas de defesa antiaérea", destacou.

Entretanto, o especialista sublinhou que "tudo começou com os complexos S-400 e continuará, ao que parece, com outros sistemas. Isso significa que a Índia está pensando a sério em construir um sistema de defesa de vários níveis na base dos complexos antiaéreos russos. E o primeiro passo já foi dado", opina.

Assim, conclui o analista, não é surpreendente que "a parte indiana tenha escolhido justamente os nossos complexos graças ao seu caráter único e à capacidade de manter as 'chaves do céu'".

A Rússia e Índia são os maiores parceiros na área de cooperação técnica-militar: mais de 70% do armamento e material militar que estão em serviço nas Forças Armadas da Índia são de produção russa ou soviética. Ademais, a Rússia fornece anualmente ao país material militar e armamentos no valor de vários bilhões de dólares.

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