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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

CIA conclui que príncipe herdeiro saudita mandou matar jornalista, diz jornal

Segundo o 'Washington Post', agência de inteligência descobriu que Khashoggi conversou com o irmão do príncipe herdeiro saudita sobre viagem à Turquia e teve garantia de que nada ocorreria com ele, mas acabou assassinado.


EFE

A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) concluiu que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, ordenou o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, crítico do governo, no consulado do país em Istambul, na Turquia, no início de outubro, segundo fontes do jornal "The Washington Post".

Príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman — Foto: Reuters
Príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman — Foto: Reuters

As conclusões foram reveladas pelo jornal nesta sexta-feira. Segundo o próprio governo da Arábia Saudita, Khashoggi foi morto por um grupo de agentes do país -- alguns deles próximos ao príncipe herdeiro -- no dia 2 de outubro. Ele estava no consulado para pegar documentos para se casar com sua mulher turca.

O "Post", que cita fontes com conhecimento do caso, afirmou que a CIA descobriu que Khashoggi, que vivia em Washington, conversou com o embaixador saudita nos EUA e irmão do príncipe herdeiro, Khaled bin Salman, sobre a viagem à Turquia para obter os documentos.

De acordo com a CIA, o embaixador pediu que Khashoggi fizesse os trâmites burocráticos em Istambul por solicitação do príncipe-herdeiro. E garantiu que nada ocorreria com o jornalista.

Ainda não está claro, segundo o "Post", se o embaixador sabia dos planos para assassinar o jornalista na Turquia.

Uma porta-voz da embaixada saudita em Washington negou ao "Post" o conteúdo da conversa entre o embaixador e o jornalista. Segundo ela, as conclusões da CIA são "falsas".

Após o desaparecimento do jornalista, a Arábia Saudita afirmou que Khashoggi saiu sozinho do consulado. No entanto, a pressão internacional e as provas apresentadas pela Turquia fizeram o governo saudita admitir que o opositor morreu no local.

Na primeira versão sobre a morte, os sauditas afirmaram que Khashoggi havia morrido em uma briga. Depois, o governo reconheceu que o jornalista foi vítima de um assassinato premeditado.

Cerca de 15 agentes que haviam chegado em Istambul na noite anterior esperavam Kashoggi no consulado saudita. Quatro deles fazem parte do esquema de segurança do príncipe herdeiro, que nega qualquer envolvimento no crime.

Segundo o "Post", a CIA considera Mohammed bin Salman como um "bom tecnocrata", mas o classifica como "volátil", arrogante e explosivo. No entanto, a agência acredita que ele sobreviverá ao escândalo da morte de Khashoggi e seguirá como herdeiro do torno do país.

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