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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Coalizão liderada pela Arábia aceita retirar rebeldes feridos no Iêmen

A coalizão militar liderada pela Arábia Saudita aceitou a retirada de huthis feridos do Iêmen, um dos principais obstáculos às negociações realizadas em setembro em Genebra mediadas pela ONU, anunciou nesta terça-feira a chancelaria britânica.


France Presse

"As forças da coalizão permitirão que a ONU supervisione uma retirada médica dos huthis, incluindo até 50 combatentes feridos, para Omã antes de outra rodada de negociações de paz na Suécia, no final deste mês", afirmou o ministério em um comunicado após a visita do chanceler, Jeremy Hunt, à Arábia Saudita.


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Escombros de casas destruídas em ataques aéreos liderados pela Arábia Saudita no Iêmen | Reprodução

Combates violentos continuam a abalar a cidade portuária de Hodeida, no oeste do Iêmen, enquanto que as potências da ONU e do Ocidente acentuam a pressão sobre os lados beligerantes para que cessem as hostilidades.

A ofensiva contra Hodeida, apoiada militarmente pela Arábia Saudita e pelos Emirados Árabes Unidos, começou em junho, mas se intensificou no início de novembro.

De acordo com fontes militares e médicas, 461 rebeldes huthis - apoiados pelo Irã -, 125 combatentes leais e 8 civis morreram desde então.

O Iêmen sofre a pior crise humanitária do mundo hoje em dia, segundo a ONU, com 14 milhões de pessoas passando fome.

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