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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Coalizão liderada pelos EUA usou bombas de fragmentação em Deir ez-Zor, diz mídia síria

As forças de coalizão internacional liderada pelos EUA realizaram pelo menos dois ataques de grande escala na cidade de al-Sha'afa, na província de Der ez-Zor nesta semana. A mídia síria relatou que durante o primeiro ataque mais de 60 civis foram mortos ou feridos.


Sputnik

A coalizão liderada pelos EUA recorreu ao uso de bombas de fragmentação em ataques aéreos nas cidades de al-Sha'afa e Hajin, informou a agência de notícias SANA, citando fontes locais de mídia e civis.


Ataque da coalizão liderada pelos EUA na Síria (arquivo)
Ataque da coalizão dos EUA à Síria © AP Photo / Maya Alleruzzo

Segundo a agência, no início desta semana mais de 60 civis foram mortos ou feridos por um ataque aéreo da coalizão liderada pelos EUA em al-Sha'afa, na província de Der ez-Zor. Alem disso, foi realizado um ataque na cidade de Hajin, que supostamente matou mais de 15 civis, principalmente mulheres e crianças.

A mídia síria acusou os Estados Unidos de realizar ataques ilegais na província de Der ez-Zor nas últimas semanas. Na semana passada, a agência SANA informou sobre o uso de munições de fósforo branco durante os ataques à Hajin. Um porta-voz da coalizão disse que os relatos de mortes de civis estavam "sendo investigados", e que a coalizão estava adotando "medidas extraordinárias para evitar mortes de civis" durante seus ataques contra alvos do Daesh na área.

O uso de bombas de fragmentação em áreas povoadas por civis é proibido por diversas convenções, incluindo a Convenção sobre Munições de Fragmentação, um tratado do qual os EUA e a Síria, no entanto, não são parte.

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