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Marinha da Argentina fala sobre localização do submarino ARA San Juan

Embarcação desaparecida há 1 ano foi localizada neste sábado a 907 metros de profundidade. Ainda não há previsão de início dos trabalhos de resgate. 'Não temos meios para resgatar o submarino', diz ministro.
Por G1

A Marinha da Argentina informou neste sábado (17) que o submarino ARA San Juan, que sumiu há 1 ano com 44 tripulantes, foi encontrado a 907 metros de profundidade em uma área de "visibilidade bastante reduzida", e que a embarcação sofreu uma "implosão" no fundo das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Enrique Balbi, porta-voz da Marinha, a proa, a popa e a vela se desprenderam do submarino e estão localizadas em uma área de 80 a 100 metros. “Isso sugere que a implosão tenha ocorrido muito perto do fundo”, disse.

Segundo a Marinha, as imagens mostram que o casco do submarino permaneceu bastante intacto, apenas com algumas deformações, e que todas as outras partes se desprenderam. A implosão teria ocorrido em razão da pressão externa do mar ter superado …

Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro (VIDEO)

Ela é tenente do Exército e tem uma história incrível de superação


Pleno News

A tenente do Exército Sílvia Nobre Waiãpi foi uma das nomeadas para integrar a equipe de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro. Seu nome foi anunciado junto com o da tenente Liane de Moura e com a economista Clarissa Costalonga e Gandour.


Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro
Sílvia Nobre Waiãpi é tenente do Exército e tem uma história incrível de superação | Reprodução

Waiãpi é a primeira mulher indígena a integrar o grupo. Também é a primeira índia a entrar para as Forças Armadas do Brasil. Antes de ingressar no serviço militar precisou enfrentar a fome e a maternidade na adolescência.

Ela se tornou mãe de uma menina aos 13 anos, na aldeia em que morava no Parque Indígena do Tumucumaque, Amapá. O povoado tem apenas 950 habitantes, de acordo com o último Censo, e 1,3 mil segundo os índios.

Aos 14 anos, ela sofreu um acidente e foi perfurada no abdome por um pedaço de madeira. Assim, foi enviada para a cidade para ser operada. Como queria estudar, ela abandonou o local e se mudou sozinha para o Rio de Janeiro, fugida.


Conheça Sílvia Nobre Waiãpi, índia convocada por Bolsonaro
Sílvia Nobre Waiãpi | Reprodução

A oficial já relatou sua história a diversos veículos de comunicação desde 2011, quando se tornou tenente.

– Vim sozinha. Não conhecia ninguém, dormi nas ruas por alguns meses. Eu tinha uma pedra, que acreditava que era sagrada, e a vendi para comer. Com aquele dinheiro eu consegui comer umas duas semanas. Aí eu pensei: “se eu podia vender uma pedra, poderia vender qualquer coisa”. Depois comecei a vender livro de porta em porta – relatou ao portal UOL, em 2011.

Ela conseguiu uma casa para morar depois que a sobrinha de um vendedor ambulante lhe abrigou. Ela conseguiu um emprego no Círculo do Livro e conheceu poetas do Rio de Janeiro, que lhe ajudaram a estudar arte e ir para a escola.

Waiãpi revelou, em entrevista ao Programa Jô Soares em 2012, que uma das maiores dificuldades que teve que enfrentar foi o preconceito.

– Eu tinha uma roupinha muito velha, sem botão, mas que amava porque era minha melhor roupa. E, na escola, escolhiam sempre um aluno para hastear a bandeira. Meu sonho era hastear aquela bandeira, mas eles nunca me escolhiam. Era sempre uma criança branca, não índia. Me falavam que eu era a verdadeira brasileira, então não entendia porque eu não podia fazer aquilo – relatou, na ocasião.

Durante a abertura dos Jogos Mundiais Militares de 2011, ela hasteou a bandeira do Brasil. Atualmente, Waiãpi atua como chefe do Departamento de Medicina Física e Reabilitação em Fisioterapia do Hospital Central do Exército, no Rio de Janeiro.


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