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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Conselho de Segurança da ONU discute medidas para crise do Iémen

Subsecretário-geral para Assuntos Humanitários pede mais apoio aos Estados-membros; ONU defende injeção económica para promover recuperação; chefe do PAM relata situação de catástrofe no país.


ONU

O subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Mark Lowcock pediu esta sexta-feira aos membros do Conselho de Segurança que apoiem cinco medidas para evitar uma situação de fome severa no Iémen. 


Neste momento 8 milhões de pessoas sáo assistidas por organizações humanitárias no Iémen | Unicef Iémen

O representante começou por pedir o fim dos confrontos perto das infraestruturas de ajuda humanitária e mais apoio na proteção de bens alimentares e outros produtos básicos.

Alimentos

Lowcock solicitou a injeção de financiamento na economia do país para pagar salários e pensões, para que as populações possam comprar alimentos e apoiar o comércio local.

Em intervenção no Conselho de Segurança, o subsecretário-geral pediu ainda um reforço no financiamento às operações humanitárias e deixou um apelo às partes beligerantes que trabalhem com o enviado especial da ONU para o Iémen na promoção da paz.

Na sua intervenção, o representante agradeceu a ajuda que a comunidade internacional tem prestado e explicou que a situação só não é pior graças à ação concertada de países e organizações. Neste momento, 8 milhões de pessoas dependem desta ajuda.

PMA

O diretor-executivo do Programa Mundial de Alimentos, PMA, David Beasley, partilhou também com o Conselho de Segurança a visita de três dias que acaba de fazer ao país.

Beasley explicou que o que viu no Iémen “é um conjunto de pesadelos, de horror, de privação, de miséria”. Segundo ele, o país de 28 milhões de pessoas “sofre há anos, mas agora está à beira de uma catástrofe.”

Economia

Beasley afirmou que se não for injetada liquidez na economia imediatamente “o apoio humanitário não será suficiente para lidar com o colapso que está ocorrendo.

O representante descreveu a situação no Iémen como uma "tempestade perfeita", onde o colapso da moeda, o aumento vertiginoso dos preços dos alimentos e a falta de postos de trabalho faz com que 8 milhões de pessoas tenham perdido o seu sustento.

O PMA estima que o colapso económico do país requer uma injeção de cerca de US$ 200 milhões por mês. Outra das questões fundamentais que o país precisa é de um maior acesso das organizações para entregar ajuda humanitária em diferentes locais.

Além disso, ele disse que o PAM está à espera da aprovação de 20 vistos de entrada no país para seus funcionários.

Hodeida

Durante sua visita, Beasley observou que certas partes da cidade portuária de Hodeida pareciam uma "cidade fantasma".

Ele disse que “não havia pessoas. É como se fosse um filme arrepiante, em que a cidade estava completamente deserta. Eu só vi cachorros andando pelas ruas "

O representante explicou que em áreas controladas por combatentes houthis dentro da cidade, o PAM entregou aos civis comida suficiente para um mês.

Mortes

A Agência da ONU para Refugiados, Acnur, lamentou a morte de nove civis no início desta semana no distrito de Al Garrahi na província de Hodeida. O grupo tentava deixar a área em busca de um lugar mais seguro.

A agência reiterou sua preocupação com o destino dos civis no Iémen e pediu a todas as partes que forneçam proteção à população afetada pelo conflito.

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